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Mensagem de boas vindas da direção do IFCH Unicamp

Nesta segunda-feira, 13 de setembro, foi realizada na praça da Paz a cerimônia de reabertura dos campi da Unicamp para simbolizar a retomada das atividades presenciais nos setores que estavam operando predominantemente em formato remoto.
Como foi anunciado no IFCH, a retomada será paulatina e seguirá as orientações divulgadas em https://www.ifch.unicamp.br/ifch/noticias-eventos/instituto/retomada.

Lançamento do e-Book: (Fronteiras da intolerância: o intolerável institucional e a questão migratória) da autora Mariana Santos Couto e Lima, organizado pelo Prof. Andrei Koerner - PPGRI

Este livro, derivado da dissertação de mestrado homônima apresentada ao PPGRI San Tiago Dantas, se apresenta como um exercício de pesquisa do pensamento sobre a tolerância como compromisso político. Parte de um resgate sobre o conceito de tolerância até chegar à compreensão teórica do seu conceito oposto, a intolerância. Pretende, então, aprofundar-se na dimensão institucional (estatal) da intolerância, questionando as definições de intolerável elaboradas e sustentadas por esses espaços. Faz uso do conceito de reconhecimento no caminho de pensar a intolerância institucional.

Nota de falecimento: José Arthur Giannotti

A direção do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas manifesta seu profundo pesar pelo falecimento do professor José Arthur Giannotti. Além de sua contribuição para a filosofia brasileira, registrada nas diversas obras que nos legou, Giannotti teve um papel fundamental na formação de várias gerações de pesquisadores, das mais diversas áreas de conhecimento.
Muitos docentes do IFCH passaram pelo  Programa de Formação de Quadros do Cebrap, que ele dirigiu e manteve ao  longo de três décadas.

Lançamento do e-Book: (Crianças e (in)segurança: a construção de narrativas sobre crianças-soldado na agenda internacional) da autora Giovanna Ayres, organizado pelo Prof. Andrei Koerner

Nesta pesquisa, argumentamos que a discussão internacional em torno do emprego de crianças-soldado foi baseada em algumas narrativas. Por narrativas, nos referimos a histórias construídas, contadas e recontadas, com o objetivo de criar uma verdade, uma versão sobre acontecimentos, uma argumentação de como os eventos ocorreram. Desse modo, propomos a hipótese de que a discussão sobre crianças-soldado, principalmente a partir da década de 1990, foi construída tendo por base uma narrativa dominante que está amparada em três pilares: as relações de poder entre Norte e Sul, o pensamento liberal e a perspectiva securitária. Esses três aspectos formam linhas de argumentação que constroem uma narrativa sobre as crianças-soldado, visto que influenciam os modos de se enxergar as próprias crianças e as partes que as empregam. Mais do que isso, a construção de uma narrativa sobre crianças-soldado com base nesse tripé fortalece a consolidação de um modelo de desenvolvimento que instrumentaliza a criança-soldado como um problema de Segurança intrínseco ao Sul Global e que, consequentemente, fortalece a necessidade de intervenção em “Estados Falhados”. Por outro lado, também reconhecemos que há contestação dessa narrativa e tentativas de construir outras explicações sobre a temática. Com o objetivo de analisar o modo pelo qual tais narrativas foram construídas, analisaremos a produção acadêmica especializada sobre crianças-soldado, o trabalho de alguns órgãos da ONU e o trabalho de algumas ONGs que abordam o tema.