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O Programa
O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social está articulado em dois níveis, Mestrado e Doutorado. O Programa é composto por uma única área de concentração, a Antropologia Social, e nove linhas de ensino e pesquisa que cobrem um leque amplo de objetos e de campos de investigação. Assim concebido, ele tem sido um espaço fecundo para o ensino, a pesquisa e o debate em domínios que vão do estudo etnográfico e histórico das sociedades indígenas e tradicionais à análise de movimentos transnacionais de populações, passando por temas como natureza e técnica, diferença e identidade, corpo e sexualidade, gênero e idade, religiosidades e mídia, estado e capitalismo. O Programa tem como meta formar antropólogos da mais alta competência científica e profissional, capacitados para atuar em instituições de ensino superior, em centros de pesquisa, em órgãos governamentais e em organizações não-governamentais.
O Mestrado foi formado em 1971 e o Doutorado em 2004 (a primeira turma é de 2005). Até a formação deste último, as orientações dos professores ocorriam no Doutorado de Ciências Sociais, formado como um projeto interdisciplinar em 1985. A ampliação do Programa com a implementação do Doutorado em Antropologia Social, com formato disciplinar, significou, sobretudo, uma integração mais efetiva entre os três níveis de ensino, a saber, graduação, mestrado e doutorado, bem como a possibilidade de articular melhor as linhas de pesquisa nesses diferentes níveis. Além disso, a integração dá ao Programa maior visibilidade e nitidez institucional, atendendo ainda às crescentes demandas discentes.
Trata-se, assim, ao mesmo tempo, de um programa de formação antropológica maduro e beneficiado por mais de três décadas de experiência, refletidas em 301 dissertações de mestrado, defendidas a partir de 1971, e nas 127 teses do Doutorado em Ciências Sociais orientadas por professores de Antropologia (a partir de 1985). Desde a criação do doutorado em Antropologia Social foram defendidas 29 teses de doutorado.
Estrutura do Curso
O tempo mínimo de integralização do Mestrado será de 12 meses e o tempo máximo de 37 meses. O Doutorado terá um tempo de integralização mínimo de 24 meses e o máximo de 61 meses. As atividades dos cursos de Mestrado e Doutorado em Antropologia Social subdividem-se em duas etapas sucessivas, contados a partir da data de admissão do aluno. Essas duas etapas denominam-se “período de cursos” e “período de pesquisa”.
No “período de cursos” procura-se implementar uma formação em Antropologia Social e orientar a elaboração do projeto de pesquisa que conduzirá à redação da Dissertação de Mestrado.
Para obter o título de Mestre em Antropologia Social o aluno deverá cumprir o total de 20 créditos, distribuídos entre 3 obrigatórias e, no mínimo 1 eletiva e ser aprovado na defesa da Dissertação. Para o aluno finalizar a dissertação em 02 anos é extremamente recomendável que ele conclua os créditos durante o primeiro ano de curso, e, o segundo ano, deve ser dedicado à pesquisa à analise dos dados e à redação do texto de qualificação e da dissertação final. Para obter o título de Doutor em Antropologia Social o aluno deverá cumprir o total de 16 créditos em disciplinas, distribuídas entre 2 obrigatórias e, no mínimo 1 eletiva, além das atividades de tese. Para o aluno finalizar a tese em 48 meses é extremamente recomendável concluir os créditos durante o primeiro ano de curso e que realize o exame de qualificação pelo menos 12 meses antes da entrega da tese. Para doutorandos egressos de outras formações disciplinares ou de outros programas de Antropologia, a Comissão de Seleção poderá recomendar ao aluno disciplinas de formação oferecidas pelo Curso de Mestrado.
Alunos residentes no Exterior e Alunos Especiais
Alunos residentes em outros países, desejando se candidatar para o Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, deverão encaminhar à Coordenação do Programa uma carta explicando os motivos da proposta, um curriculum vitae, atualizado, um projeto circunstanciado de pesquisa ou um ensaio e duas cartas de recomendação. Este material será analisado por um comitê de seleção ad hoc, que poderá ainda exigir uma entrevista por telefone, a ser conduzida por um membro do mesmo comitê. O aluno que quiser entrar no pleito de bolsas de demanda social terá de se inscrever no mesmo prazo estipulado para os alunos no Brasil, submetendo-se aos mesmos critérios de seleção.O Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social admite na categoria de alunos especiais apenas aqueles regularmente matriculados em outros programas de pós-graduação. Estes alunos não poderão freqüentar as disciplinas obrigatórias.
Créditos
O curso de Mestrado em Antropologia Social foi credenciado em 03/07/1984, Parecer nº 456/84. Recredenciado através do Parecer nº 521/91.
O curso de Doutorado em Antropologia Social foi credenciado sob o código da CAPES nº 33003017016D0,
com data de aprovação de 04/12/2003, conforme Ofício nº 300/2003/CTC/CAPES.
Wiki
Conheça o portal de produção científica coletiva, em WIKI: http://antropologias.sarava.org/
Infraestrutura
O Centro de Memória da UNICAMP, é um dos recursos que PPGAS conta, onde mantém um rico acervo cartorial e outras coleções documentais.
Biblioteca Professor Octávio Ianni
A Biblioteca Profesor Octávio Ianni figura entre as principais bibliotecas brasileiras na área de Humanidades pela variedade de seu acervo e pela completeza e diversidade de títulos de periódicos, ocupa atualmente uma área de 1.958m2. O seu acervo é constituído por 142.813 livros, teses, materiais especiais (filmes, diapositivos, micro formas, fitas VHS, CD-Roms) e 2.424 títulos de publicações seriadas e 528 títulos de periódicos correntes. Em 2004 foram adquiridos 1.706 livros. Dispõe de 40 pontos de rede, sendo 13 equipamentos para pesquisa, disponibilizando várias bases de dados através de acesso local ou residencial. Possui 190 títulos disponíveis em linha. Há também um grande acervo de bases de dados disponibilizados aos pesquisadores.
Recurso de Informática
Acesse, núcleo de informática do IFCH
Núcleos e Centros
CESOP - Centro de Estudos de Opinião Pública
CPEI - Centro de Pesquisa em Etnologia Indígena
CERES - Centro de Estudos Rurais
CEMI - Centro de Estudos de Migrações Internacionais
PAGU- Núcleo de Estudos de Gênero - PAGU
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