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O Extecult é o sistema da Pró-reitoria de Extensão, Esporte e Cultura (PROEEC) da Unicamp que permite o registro de ações extensionistas da universidade e ajuda a mapeá-las, sendo a base para consolidação das políticas de apoio e fomento à extensão.

 

Projetos de Extensão do IFCH:

Projeto: Grupo de Estudos Bissexuais Marielle Franco (GEMAFRA)
Proponente:Stella Zagatto Paterniani
Descrição:O projeto nasce a partir de um grupo de estudos já existente na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que realiza rodas de acolhimento voltadas para pessoas bissexuais, promovendo conversas com base em artigos científicos sobre bissexualidade. A transformação em projeto de extensão visa expandir o alcance para além dos estudantes da Universidade (que são a grande maioria do público atual) e ocupar outras partes de Campinas, valorizando as trocas que existem a partir do encontro do conhecimento empírico e do conhecimento acadêmico. A iniciativa nasce por conta da grande invisibilidade e dos índices alarmantes de saúde mental da população bissexual, e propõe a construção de um espaço seguro de acolhimento para a comunidade, uma estratégia já conhecida dentro do movimento bissexual. O projeto consiste em rodas de acolhimento em diferentes espaços de Campinas, com o objetivo de promover o diálogo dentro da comunidade e ampliar a divulgação de trabalhos sobre bissexualidade.
Situação:Ativo
Projeto:Apoio às práticas de Ciranda do Acampamento Marielle Vive
Proponente:Stella Zagatto Paterniani
Descrição:O projeto de extensão tem como objetivo promover ações de convivência, socialização e fortalecimento de vínculos com crianças atendidas no espaço do Ciranda, localizado na ocupação do MST, “Marielle Vive”, em Valinhos/SP. A Ciranda constitui um ambiente de acolhimento e interação social, onde crianças convivem, brincam, aprendem e constroem relações coletivas importantes para a identidade de um agente inserido no contexto de um morador de um assentamento do MST. A participação da equipe extensionista ocorre semanalmente, aos sábados, por meio da realização de atividades recreativas, educativas, culturais e de escuta ativa, buscando contribuir para a formação cidadã das crianças e para o fortalecimento da relação entre universidade e comunidade. O projeto fundamenta-se na perspectiva da extensão universitária como instrumento de transformação social, diálogo de saberes e compromisso com a realidade social.
Situação:Ativo
Projeto:REUNE - Reencontro entre escola e universidade
Proponente:Stella Zagatto Paterniani
Descrição:O projeto propõe o desenvolvimento de um programa de extensão multidisciplinar voltado à aproximação entre universidade e educação básica, a partir da articulação entre memória, trajetória e circulação entre espaços educativos. Estruturado em três etapas — atividade preparatória na escola, participação de estudantes do ensino médio em evento acadêmico na universidade e atividade de retorno com estudantes universitários nas escolas —, o projeto busca construir um percurso contínuo que supere o caráter pontual de muitas ações extensionistas. Fundamentado em perspectivas críticas da educação, especialmente na concepção de extensão como prática dialógica, o projeto compreende os sujeitos envolvidos como agentes ativos na produção de conhecimento. Nesse sentido, visa possibilitar experiências formativas tanto para estudantes da educação básica quanto para discentes da graduação e pós-graduação.
Situação:Ativo
Projeto:Circuito Extensionista em Demografia (CEDEM)
Proponente:Tathiane Mayumi Anazawa
Descrição:A ABEP promoverá seu XXIV Encontro Nacional de Estudos Populacionais entre os dias 9 e 12 de novembro de 2026, na Unicamp, e a sexta edição do Encontro Nacional de Pós-Graduação em Demografia e Áreas Afins (POSDEM) abrirá o evento com o “Circuito Extensionista em Demografia (CEDEM)”, que apresentará aos estudantes do Ensino Fundamental, de forma lúdica e interativa, alguns conceitos e fenômenos populacionais que compõem a dinâmica demográfica, mediadas por alunos da graduação e pós-graduação de diferentes programas nacionais. Os estudantes do nono ano serão estimulados a refletir sobre as transformações demográficas, seus impactos e os desafios impostos às políticas públicas. É proposta também a atividade “Diálogos Demográficos: as práticas docentes no chão da escola”, uma roda de conversa que convida professores da Educação Básica, que contemplam egressos pós-graduação em Demografia, para um espaço horizontal de escuta, reflexão e articulação profissional.
Situação:Ativo
Projeto:Projeto de Divulgação Científica "Efeitos Duradouros da COVID-19"
Proponente:Taniele Cristina Rui
Descrição:O projeto visa produzir instrumentos e meios de divulgação científica do projeto Fapesp “Efeitos da pandemia de Covid-19 na vida de famílias vulneráveis" (financiado pela FAPESP processo 2022/03051-4Para tanto, serão produzidos releases para agências de divulgação científica (Agência Fapesp, Pesquisa Fapesp, Agência Pública, Revista Comciência, e outros), bem como dois roteiros para episódios de podcast (20–40 minutos cada), a serem produzidos mensalmente durante a vigência da bolsa, com perspectiva de desenvolvimento em projetos futuros. A temática do material a ser produzido explora reflexões sobre o “fim” das epidemias, com atenção especial à pandemia de Covid-19, a partir de casos etnográficos, conceitos-chave e experiências de interlocutoras. Esta iniciativa visa demonstrar que o "fim" da pandemia de coronavírus tem sido um processo de negociação social,política, e não apenas biomédico, encerrando-se em momentos diferentes para grupos e regiões distintas.
Situação:Ativo
Projeto:Troca de saberes entre estudantes indígenas da Unicamp e indígenas da terra Indígena Jaraguá
Proponente:Marina Pereira Novo
Descrição:Trata-se de uma ação de Extensão que visa levar estudantes indígenas da Unicamp, vinculado ao PROFIIVI para visitar aldeias da terra Indígena Jaraguá, localizada no município de São Paulo. A intenção dessa visita é ampliar o contato da comunidade acadêmica da Unicamp com os moradores da Terra Indígena, possibilitando a troca de conhecimentos e a ampliação de repertórios epistêmicos dos estudantes do PROFIIVI, ampliando o diálogo entre conhecimentos tradicionais e conhecimentos produzidos dentro da Universidade. A ação espera também, contribuir com a divulgação do Vestibular Indígena, ampliando a procura desse ingresso por parte de um público que, ainda que resida perto da Universidade, historicamente tem se mantido distante dela. Nesse sentido, considera-se que a presença de estudantes indígenas vinculados à Unicamp possa servir como ponte para abertura desse canal de diálogo e troca entre a comunidade e a Universidade.
Situação:Ativo
Projeto:Enciclopédia CLE de Termos Lógico-Filosóficos
Proponente:Breno Andrade Zuppolini
Descrição:A Enciclopédia CLE de Termos Lógico-Filosóficos é um projeto de extensão voltado à produção contínua de verbetes introdutórios sobre lógica e áreas filosóficas correlatas, como epistemologia e filosofia da linguagem. Os conteúdos serão disponibilizados gratuitamente em repositório digital do Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE/Unicamp), com linguagem acessível e recursos de divulgação científica destinados principalmente a estudantes do ensino médio e ao público não universitário. A seleção e revisão didático-pedagógica dos temas ocorrerão em diálogo com professores e estudantes da educação básica. Os verbetes serão elaborados por especialistas, com atenção à diversidade de perspectivas. O projeto contará com participação ativa de estudantes de graduação e pós-graduação em atividades editoriais e de divulgação. Para temas fundamentais, também serão produzidos vídeos explicativos de aproximadamente 15 minutos, ampliando o acesso público ao conhecimento filosófico.
Situação:Ativo
Projeto:Demografia Lúdica: Gamificação, Dinâmica Populacional e Cidadania no Cotidiano
Proponente:Luciana Correia Alves
Descrição:Este projeto de extensão convida o público visitante a interagir de forma lúdica e participativa com os conceitos e técnicas da Demografia, destacando suas interfaces diretas com outras ciências humanas e exatas, bem como sua aplicação no cotidiano da sociedade brasileira. A iniciativa busca sensibilizar a população sobre a importância dos dados estatísticos no planejamento socioeconômico e na antecipação de desafios públicos. A estratégia pedagógica central apoia-se em uma dinâmica de gamificação, composta por jogos educativos interativos (Jogo da Memória, Super Trunfo Populacional e Jogo de Tabuleiro) e pela exposição tátil de modelos de Pirâmides Etárias produzidos via impressão 3D. O objetivo é despertar o raciocínio crítico sobre a dinâmica demográfica a partir de conhecimentos práticos do dia a dia dos participantes.
Situação:Ativo
Projeto:Tertúlia: memórias, crônicas e trocas de saberes
Proponente:Leonardo de Oliveira Fontes
Descrição:O projeto pretende valorizar a história de vida de idosos residentes em áreas periféricas através da prática da escuta ativa, registrando e divulgando suas narrativas para fortalecer a identidade cultural da comunidade e promover o envelhecimento ativo e saudável.
Situação:Ativo
Projeto:Memorial da luta por educação superior no Jardim Ângela, São Paulo
Proponente:Leonardo de Oliveira Fontes
Descrição:O projeto pretende registrar a luta popular por ensino superior na periferia de São Paulo tendo como parceiros os representantes do Fórum de Defesa da Vida, buscando dar visibilidade ao poder de mobilização das pessoas comuns. Será realizado através de entrevistas e coleta de material durante o ano de 2026, visando, ao fim, inspirar novas lutas.
Situação:Ativo
Projeto:MATERNIDADE INDEPENDENTE E REDES DE APOIO: UM PROJETO DE ACOLHIMENTO E TROCA DE EXPERIÊNCIAS ENTRE MULHERES
Proponente:Leonardo de Oliveira Fontes
Descrição:O projeto aborda a maternidade independente e a construção de redes de apoio entre mulheres, buscando discutir os desafios sociais, emocionais e práticos enfrentados por mães que vivenciam a maternidade fora dos modelos familiares tradicionais.
Situação:Ativo
Projeto:Horta Vive!
Proponente:Leonardo de Oliveira Fontes
Descrição:O projeto “Horta Vive!” visa realizar trocas dialógicas entre a comunidade de estudantes universitários e a ocupação “Elesbão Vive!” sobre soberania e autonomia alimentar por meio da construção de uma horta em conjunto com rodas de conversa sobre tais temas. A proposta dos integrantes do grupo é, para além da construção de uma infraestrutura para o desenvolvimento de uma horta no espaço, mobilizar a longo prazo discussões sobre alimentação e a continuidade do manejo da horta pelas próprias pessoas moradoras da ocupação.
Situação:Ativo
Projeto:PROJETO BASTET
Proponente:Leonardo de Oliveira Fontes
Descrição:O Projeto Bastet foca no enfrentamento à violência de gênero por meio de ações socioeducativas direcionadas às mulheres e crianças moradoras da Ocupação Palestina 
Livre! Elesbão Vive! no centro de Campinas/SP. Estruturado em três eixos que abrangem desde oficinas sobre direitos, saúde mental e trabalho até a elaboração de uma cartografia social e técnica da infraestrutura habitacional, a iniciativa promove o letramento sociológico e o fortalecimento de vínculos comunitários. Com execução prevista entre maio e julho, visa-se democratizar o acesso a serviços essenciais e produzir diagnósticos estruturais, integrando reflexão social e rigor técnico.
Situação:Ativo
Projeto:Entre laços e cores
Proponente:Leonardo de Oliveira Fontes
Descrição:O projeto de extensão busca promover vínculos sociais, valorização das experiências de vida e construção coletiva de sentidos por meio da arte e da convivência. Inspirado na ideia de troca simbólica, o projeto entende os participantes como sujeitos ativos, que compartilham memórias, saberes, opiniões e vivências. As oficinas pretendem fortalecer o sentimento de pertencimento, estimular a expressão criativa e proporcionar espaços de escuta, diálogo e interação social.
Situação:Ativo
Projeto:Cartografias do afeto
Proponente:Leonardo de Oliveira Fontes
Descrição:O projeto tem como tema a relação entre corpo e território, compreendendo-os como dimensões indissociáveis que se constituem mutuamente. Parte-se de uma crítica à concepção tradicional de território como um espaço neutro e dado previamente pelo Estado político, propondo entendê-lo como produto das práticas, relações e experiências cotidianas. Nesse sentido, o corpo não é apenas um agente que ocupa o espaço, mas um modo de conhecer e produzir o território. Assim, o objetivo do projeto é promover, junto aos estudantes do ensino médio, uma reflexão crítica sobre a relação entre corpo e território, estimulando a compreensão do espaço vivido, tal qual produzido por relações sociais e experiências corporificadas. A proposta é construir uma cartografia social situada, baseada nas vivências dos alunos, entendendo que as pessoas são as maiores especialistas do território em que vivem (MUNDARÉU) e o mapa como produção de conhecimento e não apenas representação.
Situação:Ativo
Projeto:Avisa que é o Funk
Proponente:Leonardo de Oliveira Fontes
Descrição:O projeto “Avisa que é o Funk” visa construir uma relação diferente entre a cultura funk, a academia e a sociedade. Como um interlocutor entre os três, a ideia é dialogar e promover a perspectiva das pessoas envolvidas com a cultura do funk, estabelecendo um diálogo entre a população e a universidade (UNICAMP), retransmitindo suas histórias, desafios e saberes, fomentando a valorização e formação em conjunto a essa cultura.
Situação: 
Projeto:População migrante e refugiada LGBTQIA+ e trabalho nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro: levantamento, análise e ações de empregabilidade
Proponente:Isadora Lins Franca
Descrição:O projeto busca compreender os desafios enfrentados por populações migrantes e refugiadas LGBTQIA+ em São Paulo e no Rio de Janeiro e oferecer espaços de suporte e orientação para pessoas migrantes e refugiadas LGBTQIA+ nas duas cidades, através da construção de conhecimento sobre o mercado laboral brasileiro, desenvolvimento de competências profissionais e suporte na documentação para a procura de emprego. Trata-se de uma parceria entre pesquisadores da Unicamp e associações do movimento de migrantes LGBTQIA+, incluindo a elaboração de projeto de pesquisa, metodologia, treinamento para a pesquisa, coleta de dados e análise em articulação conjunta entre pesquisadores e migrantes, numa perspectiva de co-produção do conhecimento junto aos sujeitos pesquisados. Nesse contexto, também se realizaram 3 oficinas sobre migrações LGBTQIA+ e trabalho em São Paulo e Rio de Janeiro, com migrantes e refugiados, igualmente na parceria entre movimento social e universidade.
Situação: 
Projeto:Revista de crítica de arte "Toṕico"
Proponente:Taisa Helena Pascale Palhares
Descrição:As ações de extensão propostas pela revista são diretamente quatro: a crítica de obras de arte, coberturas de eventos, entrevistas com artistas da região e o oferecimento de oficinas de crítica ao público amplo, exterior à universidade. Além disso, ressaltamos como resultado indireto da extensão a intenção de estabelecer um ambiente de debate que seja palco de discussão entre a produção de arte, principalmente regional, e a produção textual sobre as obras. 
Sobre a prática crítica conforme nossas diretrizes, entendemos que já se trata de uma ação de e extensão, na medida em que estabelece um diálogo entre a produção de arte frequentemente exterior à universidade e a produção textual universitária sobre essas obras. Como atividade crítica, não buscamos um juízo de valor mercadológico sobre as obras, mas a abertura crítica para uma diversidade de obras em seus diversos contextos socioculturais, de forma que não se pretende qualquer violação da manifestação estética da obra.
Situação:Ativo
Projeto:O Objeto Fala
Proponente:Patricia Dalcanale Meneses
Descrição:"O Objeto Fala" é uma série de conteúdos digitais em que um objeto escolhido é apresentado em sua especificidade cultural e artística, destacando como a criação de um objeto é um evento complexo que entrelaça subjetividades, práticas, crenças e materiais. Trata-se da continuação de uma das iniciativas vinculadas ao projeto "Ensinando Arte Não-Europeia em Universidades Brasileiras", realizado entre 2021 e 2023, com o apoio da Getty Foundation. 
O projeto prevê a realização de 3 a 4 vídeos por semestre, de cerca de 2 a 3 minutos cada, focando em um objeto de tradição cultural indígena ou afrodiaspórica. O objetivo da criação destes conteúdos é popularizar as culturas tradicionais presentes no Brasil, e fornecer material de apoio para professores do ensino básico e de estudantes, promovendo a efetiva aplicação da lei 11645/2008. Pretende-se privilegiar peças disponíveis em acervos brasileiros e buscar criar parcerias com museus locais para estimular o estudo de coleções pouco estudadas.
Situação: 
Projeto:SimBORA: Programa de educação patrimonial da Biblioteca de Obras Raras da UNICAMP
Proponente:Rodrigo Camargo de Godoi
Descrição:O Programa SimBORA consiste em uma ação estruturada de educação patrimonial desenvolvida na Biblioteca de Obras Raras Fausto Castilho (BORA), da Universidade Estadual de Campinas. Seu objetivo central é ampliar o acesso ao patrimônio bibliográfico por meio de visitas mediadas, oficinas, exposições e produção de conteúdos educativos, articulando práticas de mediação cultural com a formação acadêmica. Fundamentado em abordagens participativas e dialógicas, o programa mobiliza o acervo da biblioteca como instrumento de construção coletiva do conhecimento, integrando estudantes de graduação e pós-graduação, pesquisadores e a comunidade externa.
Situação:Ativo
Projeto:Cursinho Popular Nilma Lino Gomes
Proponente:Rafael Rodrigues Garcia
Descrição:O Cursinho Popular Nilma Lino Gomes (NLG) é um projeto de extensão de educação fundado em 2023, orientado pelos princípios da educação popular antirracista, da democratização do acesso ao ensino superior e da formação crítica de juventudes periféricas. Sua atuação articula ensino, pesquisa e extensão em diálogo direto com os territórios populares da cidade de Campinas (SP), buscando enfrentar desigualdades históricas de raça, classe e território que estruturam o acesso à educação no Brasil.
Situação:Ativo
Projeto:Extensão universitária com Coletivos e Movimentos Sociais: práticas e construção de vínculos
Proponente:Ana Claudia Chaves Teixeira
Descrição:Seminário com o objetivo de refletir sobre as práticas de extensão universitária feitas com (e não para ou sobre) movimentos sociais e organizações da sociedade civil que defendem direitos e buscam transformações sociais. E, assim, debater sobre fundamentos teóricos, desafios e potencialidades acadêmicas e políticas da prática extensionista realizada com sujeitos coletivos.
Situação:Encerrado
Projeto:Humanidades (Em)Cena
Proponente:Artionka Manuela Goes Capiberibe
Descrição:O projeto visa promover a mediação teatral entre as cidades de Capivari e Rafard, com o objetivo de estimular a cultura e as humanidades na região através de uma peça teatral. A iniciativa será desenvolvida em parceria com a gestora cultural da cidade de Rafard e também coordenadora do grupo de teatro local, a Cia Ui de Teatro. A escolha do repertório inclui obras que abordam racismo, classes sociais, religião e feminismo, com a obra "O Príncipe" de Nicolau Maquiavel como texto central. As apresentações ocorrerão em três momentos: duas na Casa de Tarsila do Amaral e uma no Anfiteatro da cidade, com uma equipe composta por sete atores, um músico e um intérprete de libras, garantindo acessibilidade para todos os presentes. O objetivo final é aumentar a participação da comunidade em atividades culturais, utilizando o teatro como uma ferramenta de transformação social e inclusão cultural. Buscamos fortalecer as identidades plurais das cidades e incentivar um maior investimento.
Situação:Encerrado
Projeto:Rádio Benjamin
Proponente:Taisa Helena Pascale Palhares
Descrição:Produção de 6 episódios de 30 minutos em formato de Podcast a partir de uma seleção das peças radiofônicas do filósofo alemão Walter Benjamin. 
Entre 1927 e 1932, o filósofo alemão Walter Benjamin escreveu e apresentou 86 peças radiofônicas para duas rádios alemãs, na qual trabalhava conceitos filosóficos por meio de narrativas curtas dirigidas sobretudo ao público infanto-juvenil. A disciplina visa selecionar, em conjunto com os discentes, algumas das narrativas traduzidas para português e adaptá-las ao formato podcast.
Situação: 
Projeto:Cine Errante
Proponente:Stella Zagatto Paterniani
Descrição:O Cine Errante é um projeto de extensão e ensino promovido pelo Grupo de Estudos em Teoria Etnográfica do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (Errante/IFCH), coordenado pela Profa. Dra. Stella Paterniani (Departamento de Antropologia/IFCH) que consiste na realização de mostras de cinema com exibição de filmes e documentários produzidos e/ou protagonizados por coletivos e movimentos sociais. Em sua primeira edição, em 2025, a mostra foi restrita a produções da cidade de Campinas (SP). Após as exibições, são realizados debates reunindo convidados dos grupos e movimentos sociais envolvidos nas exibições, pessoas que participaram da produção dos filmes, e pesquisadores especialistas, promovendo o encontro entre a comunidade acadêmica e o público externo à Universidade.
Situação:Ativo
Projeto:Podcast Falando de Ásia... (Histórias sopradas do Oriente)
Proponente:Rozely Menezes Vigas Oliveira
Descrição:Este projeto busca promover a divulgação da História da Ásia e consolidar uma metodologia ativa de ensino-aprendizagem, capacitando estudantes na produção de conteúdo multimídia e comunicação especializada. A iniciativa democratiza o conhecimento, utilizando o podcast como ferramenta pedagógica ideal para a extensão universitária, tendo em vista o seu formato democrático, inclusivo, atemporal e portátil e possibilitando a conexão da pesquisa acadêmica com o público leigo. A temática oferece uma visão plural da História da Ásia, atuando na descolonização curricular e combatendo o eurocentrismo e estimulando a renovação historiográfica e a formação de novos pesquisadores. Sua metodologia é baseada na pedagogia ativa, com um ciclo contínuo de pesquisa, produção e feedback, enquanto a meta de extensão é atingir um mínimo de 5.000 downloads no primeiro ano, consolidando o podcast como um instrumento para a descolonização curricular e combate a hegemonia midiática.
Situação: 
Projeto:Revista História Q
Proponente:Rozely Menezes Vigas Oliveira
Descrição:Este trabalho contempla o planejamento e o embasamento teórico-metodológico necessários para a produção da revista História Q: um projeto de extensão em divulgação científica voltado para a juventude. Nela, elementos da cultura artística e midiática estarão relacionados a contextos históricos diversos, de modo a entender algumas das conexões existentes - e possíveis - entre a história e a ficção e a analisar contextos que reforçam ou contradizem a memória coletiva. Além disso, o compartilhamento de curiosidades e a promoção de questionamentos serão fundamentais para atender ao objetivo de ampliar o olhar crítico de jovens acerca de tais temas. Ao final, o trabalho contempla ainda a exposição do projeto piloto da revista, com a descrição das temáticas da edição inaugural e a sua respectiva formatação e identidade.
Situação:Ativo
Projeto:Programa de Extensão em Educação Política (PROEEP)
Proponente:Andrea Marcondes de Freitas
Descrição:O Proeep foi criado em 2019 no âmbito do Departamento de Ciência Política do IFCH/UNICAMP e sua atuação está baseada na organização e oferecimento de cursos, aulas, palestras, jogos e materiais de educação política para jovens e adultos, trabalhando com parcerias com instituições públicas, escolas e cursinhos. Coordenado pela Profa. Dra. Andréa Freitas, o Proeep conta com uma equipe composta por alunos de graduação e pós-graduação de diversos cursos. O PROEEP espera, por meio de suas ações, contribuir para a formação crítica e cidadã de estudantes da educação básica, ampliando o conhecimento sobre política, democracia, instituições e direitos. Busca-se fomentar a participação ativa de jovens nos espaços escolares e comunitários, fortalecendo o protagonismo estudantil e a confiança nas possibilidades de transformação social.
Situação:Ativo
Projeto:Parceria Universidade e escola: a retomada da Língua Pankararu
Proponente:Jose Mauricio Paiva Andion Arruti
Descrição:O projeto visa apoiar a retomada da língua pankararu, articulando saberes comunitários, pesquisa documental e práticas de educação escolar indígena. Em parceria com as escolas da Terra Indígena Pankararu (PE), propõe-se levantar vocábulos, topônimos e cantos tradicionais; pesquisar fontes históricas; documentar memórias linguísticas; e desenvolver materiais pedagógicos de uso escolar e pára-escolar, de forma colaborativa com professores, lideranças e mestres rituais. O resultado final será um Caderno Pankararu de Língua, Memória e Território, com vocabulário ilustrado, mapas e atividades didáticas. 
Objetivo Específicos 
- Levantar e sistematizar vocábulos, nomes tradicionais, cantos e topônimos. 
- Mapear e analisar fontes históricas e etnográficas relacionadas aos falares e memórias Pankararu. 
- Realizar oficinas com anciãos e mestres rituais. 
- Desenvolver atividades pedagógicas experimentais junto às escolas. 
- Criar material didático e acervo digital comunitário.
Situação: 
Projeto:Cartórios e memória afro-brasileira - iniciativa piloto de digitalização do acervo histórico do Cartório de Iporanga, Vale do Ribeira paulista (1834-1889)
Proponente:Jose Mauricio Paiva Andion Arruti
Descrição:Esta é uma ação de socorro ao acervo histórico da Serventia Extrajudicial de Registro Civil das Pessoas Naturais e Tabelionato de Notas do Município de Iporanga, (Cartório de Iporanga), que já teve parte do seu acervo perdido em função do mau acondicionamento e da ocorrência de chuvas. O acervo histórico em questão é formado por 11 livros de registros com escrituras de compra e venda, escrituras de doação, cartas de alforria entre outros, realizados entre os anos de 1833 e 1889. A ação proposta consiste na digitalização total dos livros e transcrição paleográfica dos seus registros, para disponibilização digital de livre acesso dos seus dados. Trata-se de uma “iniciativa piloto” por apontar para uma intervenção que pode e deve ser multiplicada por outros cartórios com representativa documentação histórica relativa à população negra. Esta ação está sendo desenvolvida em parceria entre o LaPPAA (CERES), AEL e CECULT, todos vinculados ao IFCH, e Afro-Cebrap, além do Cartório de Iporanga.
Situação: 
Projeto:Demografia em comum: diálogos extensionistas entre universidade e sociedade
Proponente:Tathiane Mayumi Anazawa
Descrição:A articulação entre a Semana da Demografia (SemaDem) e as atividades extensionistas, que será posta em prática de forma institucional pela primeira vez em sua IV edição - mas com o objetivo de se estabelecer permanentemente na programação do evento -, será norteada pela seguinte questão: “Como demógrafos em formação podem discutir a extensão no âmbito acadêmico, com as organizações da sociedade civil e com gestores públicos?”. Refletir sobre essa questão é essencial para ampliar o papel social da universidade, promovendo uma formação mais crítica e comprometida com os desafios da realidade brasileira. A proposta busca aproximar os estudantes de graduação em Ciências Sociais, Geografia e áreas afins, e pós-graduação em Demografia das experiências concretas de atuação social e institucional, incentivando a produção de conhecimento aplicado e colaborativo. Essa pergunta abre caminhos para que a formação demográfica se realize como prática crítica, participativa e transformadora.
Situação:Encerrado
Projeto:Oficina de Grafite Popular: arte no Parque Oziel
Proponente:Stella Zagatto Paterniani
Descrição:Esta proposta busca articular a universidade com movimentos populares e de arte periféricos de Campinas por meio de uma oficina de grafite realizada junto a jovens e adultos do Cursinho e Movimento Popular Emancipa “Jordy Moura”, estendendo-se também à comunidade do Parque Oziel. A iniciativa será desenvolvida na EMEF/EJA Oziel Alves Pereira, onde funciona a unidade local do Emancipa, reconhecida como espaço de educação popular no território. A proposta é trabalhar o grafite como prática educativa crítica, em diálogo com a realidade social e política do território, historicamente marcado pela violência policial e pela luta da comunidade por direitos. A proposta parte da educação popular freireana, contra a lógica bancária da educação, e se fundamenta na construção coletiva, envolvendo educadores populares, grafiteiros locais e estudantes universitários em um processo horizontal de produção de saber e arte. A oficina será realizada em formato colaborativo, em recusa a uma perspectiva de educação bancária e verticalizada, priorizando a troca de experiências entre educandos, grafiteiros e estudantes da Unicamp. A proposta é que, em um encontro de uma tarde, o grupo:
- converse sobre um breve panorama a história do grafite;
- discuta a importância da arte urbana (em especial movimentos artísticos do Hip Hop) na denúncia das desigualdades e da violência;
- realize a produção coletiva de um mural que represente os desejos e memórias da comunidade do Parque Oziel.
O grafite, aqui, é entendido como uma prática crítica que reconhece os sujeitos populares como protagonistas e produtores de cultura. A proposta pretende fortalecer vínculos entre a Unicamp e o território.
Situação:Encerrado
Projeto:Observatório da Extrema-Direita Latino-americana (OEDLA)
Proponente:André Kaysel Velasco e Cruz
Descrição:O Observatório da Extrema-Direita Latino-Americana (OEDLA), registrado no Diretório de Grupos de Pesquisa (DGP) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), desde 12 de agosto de 2025,é composto por docentes, pesquisadora(e)s de pós-graduação e graduação e sediado no Centro de Estudos Marxistas (CEMARX) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), visa integrar estudo, pesquisa científica e difusão do conhecimento sobre as extremas-direitas contemporâneas na América Latina e suas conexões transnacionais. Por meio de redes sociais e site, a equipe do Observatório colocará à disposição tanto de pesquisadora(e)s de outras instituições, como do público interessado em geral, materiais diversos, tais como: repositórios de fontes de pesquisa; notas e análises de conjuntura; divulgação de eventos; difusão da produção científica e materiais publicados na imprensa. Além disso, pretende-se produzir um podcast dedicado a entrevistar pesquisadores sobre diferentes dimensões das extremas-direitas na região. Por fim, o projeto também promoverá o entrelaçamento entre ensino e extensão, envolvendo a oferta de uma disciplina sobre a temática, na qual os discentes contribuirão com as atividades do Observatório.
Situação:Ativo
Projeto:Cadê a Feira?
Proponente:Artionka Manuela Goes Capiberibe
Descrição:O projeto de extensão Cadê a Feira? atua em Campinas (SP) e tem como objetivo aproximar consumidores e feirantes, valorizando a agricultura familiar e fomentando a economia local. Nesse sentido, sua principal ferramenta de comunicação é o Instagram, onde estudantes do IFCH (Universidade Estadual de Campinas) produzem conteúdos multimídia, como fotos, vídeos e publicações interativas para divulgar feiras, produtos e histórias dos feirantes. O projeto promove o diálogo entre universidade e comunidade, articulando comunicação digital com reflexões acadêmicas sobre consumo, memória, práticas sociais e culturais, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e extensão. 
Público Alvo
Situação:Ativo
Projeto:Falacine
Proponente:Artionka Manuela Goes Capiberibe
Descrição:Cinema é uma arte que cristaliza as dinâmicas sociais de um povo em um tempo e possui um papel importante na construção da identidade nacional e no imaginário cultural de diversas sociedades. Em relação ao cinema brasileiro, apesar de sua recente ampliação no que tange diversidade temática e financiamento, há um domínio dos filmes que são difundidos no país por parte da indústria cinematográfica estadunidense.
Diante disso, este é um projeto de extensão desenvolvido na disciplina de Extensão em humanidades II do curso de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) que buscou promover uma relação de reciprocidade entre a comunidade acadêmica e a sociedade civil, incitando o questionamento aos alunos do ensino médio público, através de debates temáticos introduzidos por meio da exposição de filmes decoloniais que retratam a história do Brasil; a fim de estimular o senso crítico e ampliar a percepção social acerca da produção cinematográfica brasileira.
Situação:Ativo
Projeto:CineClube História em Cena
Proponente:Rodrigo Camargo de Godoi
Descrição:O CineClube História em Cena é um projeto de extensão vinculado à disciplina HH961 – Prática de Extensão I, que utiliza o cinema como ferramenta pedagógica e historiográfica para promover reflexão crítica sobre a História do Brasil. Ao longo do semestre, estudantes de História da Unicamp participam de encontros preparatórios no IFCH, onde pesquisam, analisam e debatem filmes em diálogo com a historiografia e elaboram materiais de apoio. Esses conteúdos são compartilhados com o público em uma mostra de cinema no Museu da Imagem e do Som de Campinas (MIS), por meio de sessões seguidas de debates mediados pelos estudantes. De caráter educativo e cultural, sem fins lucrativos, o projeto amplia o acesso ao audiovisual, fortalece a formação discente e estimula a interação entre universidade e sociedade, reafirmando o papel dos cineclubes universitários como espaços de democratização do conhecimento histórico e cultural.
Situação:Encerrado
Projeto:Semana de Ensino de História - SEHis
Proponente:Rodrigo Camargo de Godoi
Descrição:A Semana de Ensino de História (SEHis) é um evento anual organizado, desde 2018, por estudantes da graduação em História da Unicamp. A iniciativa constitui um espaço de formação e diálogo que busca articular debates sobre o ensino de História com desafios contemporâneos vivenciados por estudantes, docentes e futuros profissionais da área. Ao longo de sua programação, a SEHis promove mesas-redondas, oficinas e atividades culturais que discutem tanto as práticas em sala de aula quanto os múltiplos espaços de atuação do historiador, em diálogo com a História Pública. Para além do período concentrado do evento, a SEHis mantém ações ao longo de todo o ano, como o projeto Reconhecendo Referências, que dá visibilidade a experiências e pesquisas de estudantes e pesquisadores oriundos de grupos subalternizados. A iniciativa também participa da Unicamp de Portas Abertas (UPA), oferecendo oficinas que aproximam estudantes da educação básica da universidade, da carreira de historiador e do próprio fazer histórico. Além disso, a SEHis organiza atividades em escolas e no IFCH, reforçando sua vocação extensionista de ampliar horizontes, democratizar o acesso ao conhecimento histórico e fortalecer o vínculo entre universidade e sociedade.
Situação:Ativo
Projeto:I Jornada de História da Ásia (tema: Ventos da Ásia: estudos asiáticos no Brasil e na América Latina)
Proponente:Rozely Menezes Vigas Oliveira
Descrição:A I Jornada de História da Ásia (tema: Ventos da Ásia: estudos asiáticos no Brasil e na América Latina) é um projeto de extensão universitária que visa preencher uma lacuna nos currículos educacionais brasileiros, promovendo a difusão crítica e aprofundada de conhecimentos sobre o continente asiático. Reconhecendo a centralidade da Ásia na história mundial e a escassez de estudos aprofundados sobre a região no Brasil, o evento busca desconstruir visões eurocêntricas e fomentar uma compreensão mais humanizada e multifacetada das realidades asiáticas. O objetivo geral é promover a difusão crítica de conhecimentos sobre a Ásia em suas múltiplas temporalidades e dimensões; estimular o debate historiográfico sobre os estudos asiáticos no contexto brasileiro e latino-americano; propor práticas pedagógicas inovadoras (como jogos educativos); popularizar o conhecimento acadêmico através do podcast “Ventos da Ásia”; e envolver ativamente a comunidade externa em debates relevantes. O projeto destina-se a um público heterogêneo, entre eles: estudantes de graduação e pós-graduação (especialmente de História, incluindo os alunos com bolsa PIBID); professores da educação básica, que buscam formação continuada para integrar o tema da Ásia em suas práticas pedagógicas, e seus respectivos alunos, e a comunidade externa interessada em história e cultura asiática. A inclusão da comunidade externa reforça o compromisso da universidade com a democratização do saber e a promoção de um diálogo contínuo com a sociedade. 
Espera-se a ampliação do interesse por estudos asiáticos e suas diásporas, a disponibilização de materiais digitais (podcast e gravações), o estímulo a práticas pedagógicas inovadoras e inclusivas, o fortalecimento do diálogo entre universidade e sociedade, e a produção de conhecimento e reflexão crítica sobre temas atuais. Com carga horária total de 16 horas, a jornada será intensiva, com enfoque nas partes da tarde e noite, combinando atividades presenciais com transmissão online para maximizar o alcance. Este projeto reforça o compromisso da universidade com a democratização do saber e a promoção de uma visão globalizada e descolonizada da história, contribuindo para a formação de cidadãos mais críticos, informados e empáticos em relação às complexas realidades do continente asiático e suas interconexões globais.
Situação:Encerrado
Projeto:LABORATÓRIO DE CURSINHOS POPULARES
Proponente:Rafael Rodrigues Garcia
Descrição:Trata-se de criar um espaço para a reflexão e aprimoramento de atividades desenvolvidas por discentes de graduação junto a cursinhos populares de Campinas e região. 
É notória e amplamente reconhecida a atuação de estudantes de graduação e pós-graduação dos cursos do IFCH em cursinhos populares. É também digno de nota o êxito que tais cursinhos obtêm na aprovação de estudantes para os exames vestibulares nas instituições públicas. Entretanto, não há até agora, da parte da Unicamp e particularmente do IFCH nenhuma contraparte correspondente que pudesse fazer dar a experiência discente expressão no histórico de graduação como atividades que integram iniciativas de ensino, pesquisa e extensão. Dada a evidente pertinência formativa dessas atividades e a potencialidade que apresenta para a consolidação de atividades curriculares de extensão, justifica-se a propositura desta iniciativa.
Situação:Ativo
Projeto:Vivenciar e pertencer
Proponente:Rafael Rodrigues Garcia
Descrição:Trata-se de ação de extensão que visa criar vias de interlocução entre estudantes de graduação da Unicamp e estudantes de escolas públicas do município de Campinas e região para a promoção de atividades voltadas a explorar espaços e histórias da cidade e região nas formas conhecidas de estudos do meio ou aulas-passeio. 
A curricularização de atividades de extensão enseja a exploração de novas práticas dodiscentes (termo proposto por Paulo Freire), inclusive relativas à exploração de outros espaços para a sua realização. De outro lado, sabe-se que a realização de atividades como estudos do meio ou aulas-passeio são de grande impacto para a formação na educação básica, posto que dão tangibilidade aos temas desenvolvidos em aulas de humanidades (história, sociologia, geografia e filosofia). Desse modo, propomos aqui promover ações de extensão, ligadas a atividades curricularizadas de graduação, que explorem os espaços históricos e de relevância pública e cidadã para o aprofundamento de temas de ensino de educação básica das diversas disciplinas que compõem o campo das humanidades.
Situação: 
Projeto:Projeto SER [Ser Estatística e Resistência]: diagnóstico socioterritorial participativo de uma comunidade no município de Campinas
Proponente:Tathiane Mayumi Anazawa
Descrição:Populações com determinadas características socioeconômicas e demográficas, localizadas em territórios diversos, e em situação de vulnerabilidade social, são frequentemente invisibilizadas pelos registros oficiais e pelos instrumentos consolidados de planejamento urbano. Este processo de invisibilização pode potencializar o acesso parcial e até mesmo inexistente dessas populações aos direitos fundamentais à cidade, o que contribui diretamente para sua exclusão territorial e social. O projeto consiste na instrumentalização do processo de visibilização de uma comunidade no município de Campinas, a partir da construção e operacionalização de uma metodologia de pesquisa domiciliar participativa. O Projeto SER atuará em duas frentes de trabalho: [Frente 1. “Ser Estatística”] visa coletar informações socioeconômicas, demográficas e territoriais que normalmente não estão disponíveis em bases de dados oficiais, contribuindo para o reconhecimento, a valorização e a inclusão dessas populações em processos de planejamento urbano e acesso à cidade. [Frente 2. “Ser Resistência”] tem como objetivo revelar a construção social do processo de ocupação, resistência e permanência da comunidade no território escolhido, por meio de diferentes formas de representação e visibilização, construídas junto à comunidade: mapeamentos a partir de geotecnologias diversas e a estruturação do documentário, destacando a história e memória dos moradores e seus territórios de vivência. O projeto conta com a participação de docentes do Departamento de Demografia da Unicamp, discentes da graduação (das Ciências Sociais e Geografia), discentes da pós-graduação (da Demografia, História e Educação) e colaboradores parceiros. É coordenado pelos professores Tathiane Mayumi Anazawa e Ednelson Mariano Dota, do Departamento de Demografia, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp.
Situação:Ativo
Projeto:PET-Saúde: Equidade: Enfrentamento do racismo, machismo e LGBTQIAPN+fobia: intervenções e desenlaces interseccionais na formação de trabalhadoras da saude
Proponente:Stella Zagatto Paterniani
Descrição:O projeto tem como objetivo identificar e compreender as interseccionalidades relacionadas ao racismo, machismo e LGBTQIAPN+fobia institucionais no âmbito da graduação dos cursos de enfermagem, fonoaudiologia, medicina e ciências sociais e o trabalho em saúde na Atenção Básica da cidade de Campinas, visando a valorização das trabalhadoras e futuras trabalhadoras da saúde.
Situação:Ativo
Projeto:Ativismo digital: uma iniciativa para sistematizar experiências e transformar o ciberativismo
Proponente:Ana Claudia Chaves Teixeira
Descrição:Este projeto consiste em uma pesquisa participante junto com ativistas, movimentos e organizações da sociedade civil sobre suas práticas de ativismo digital. De forma secundária, o projeto visa também sistematizar o debate sobre formas de se fazer a extensão junto com movimentos e organizações (e não sobre eles ou para eles). Como resultado final, espera-se que os participantes/sujeitos da pesquisa coletiva façam uma autoavaliação das suas práticas, tanto individuais quanto coletivas, permitindo-os chegar a um meio termo consciente entre a negação às redes sociais e o seu uso acrítico. As perguntas que buscaremos responder coletivamente são: como as organizações e ativistas da sociedade civil que lutam por direitos têm se utilizado das redes sociais? como navegam e encontram brechas nesse ambiente hostil? como transformam e se apropriam dessas tecnologias? e quais desafios têm enfrentado nesses ambientes para se comunicar, mobilizar e promover a educação voltada para a transformação social?
Situação: 
Projeto:Cultivando memórias e vínculos Relações entre árvores, parentes e território na aldeia Mata da Cafurna (Palmeira dos Índios - AL)
Proponente:Antonio Roberto Guerreiro Junior
Descrição:Este projeto de extensão universitária resulta de uma parceria entre pesquisadores da Unicamp e da Uneal e é fundamentado nas reflexões etnográficas de João Roberto Bort Jr. junto aos Xukuru-Kariri da aldeia Mata da Cafurna (Palmeira dos Índios-AL), após a realização de um laudo antropológico. A pesquisa destaca a relação indissociável entre paisagem, memória, parentesco e produção de pessoas, especialmente a partir da centralidade simbólica e social das jaqueiras. 
A paisagem, longe de ser apenas um espaço físico, é concebida como uma rede viva de interações entre humanos e não-humanos, onde árvores frutíferas como jaqueiras, cajueiros e mulungus funcionam como marcos mnemônicos e agentes sociais. Elas participam da organização familiar, do georreferenciamento das parentelas e da formação subjetiva dos indivíduos, ancorando a existência dos Xukuru-Kariri em vínculos afetivos, históricos e ontológicos com o território. 
Eventos cotidianos, como relatos sobre animais e frutas, exemplificam a coprodução ativa da paisagem e sua densidade temporal. A presença e a memória das jaqueiras, muitas vezes associadas a pessoas falecidas ou a momentos de luta, como as retomadas de terra, reforçam seu papel na constituição do parentesco e da história coletiva. 
O projeto visa valorizar essa compreensão ampliada de paisagem e promover o diálogo entre saberes indígenas e acadêmicos, reconhecendo o agenciamento dos não-humanos na configuração da vida Xukuru-Kariri. Ele se propõe a visibilizar essa complexa rede multiespécie de relações, contribuindo para o fortalecimento dos laços entre universidade e comunidade, com base em uma etnografia situada e comprometida. 
O objetivo do projeto é oferecer uma formação teórico-conceitual a professores indígenas e estudantes da Uneal, abordando os elementos paisagísticos que constituem as relações de parentesco e identidade dos Xukuru-Kariri, reconhecendo-os como vestígios arqueológicos a serem preservados. A proposta valoriza árvores frutíferas, como jaqueiras, e outras marcas da presença indígena como parte de uma "arqueologia viva", que atualiza vínculos com os ancestrais e a história da ocupação territorial. Busca-se, assim, ampliar o enfoque da arqueologia tradicional, geralmente centrado em artefatos como igaçabas, para incluir formas de inscrição territorial que expressam a continuidade histórica e cosmológica do povo Xukuru-Kariri. 
A metodologia adotada é participativa e dialógica, centrada na construção coletiva e horizontal do conhecimento. As etapas do projeto serão organizadas respeitando as especificidades dos contextos acadêmico e comunitário, com escuta atenta, valorização dos saberes locais e arranjos adequados que possibilitem o intercâmbio de experiências e a coprodução de saberes.
Situação:Ativo
Projeto:Projeto Memória e Patrimônio Indígena
Proponente:Jose Mauricio Paiva Andion Arruti
Descrição:O objetivo deste programa é valorizar e estimular a formação, pesquisa, extensão em Memória e do Patrimônio, entendido como tema transversal e interdisciplinar às temáticas e às causas dos povos indígenas, quilombolas, dos campos e florestas, de importância estratégica na consolidação de uma sociedade democrática. 
Ele faz parte da iniciativa mais ampla do Observatório Políticas de Memória, que tem por missão propor uma reflexão ampla sobre o estado atual das políticas de memória no Brasil, ao mesmo tempo em que gerar instrumentos para a promoção dessas políticas. 
Partindo das premissas de que a memória é um direito e um dever de todos e de que ela é instrumento fundamental na manutenção e no aperfeiçoamento de uma sociedade democrática, sua missão é mapear, monitorar, visibilizar e articular e propor iniciativas públicas, sociais e acadêmicas que promovam uma concepção contra-colonial da memória, assentada em um projeto de sociedade fundado na justiça social, na cidadania plena, na liberdade e na igualdade de direitos e oportunidades. 
Neste sentido, esta ação de extensão tem início com a construção e permanente atualização de um banco de dados e uma plataforma online interativa sobre (a) a presença indígena e quilombola nas Comissões nacional e estaduais da Verdade, e sobre (b) os “pontos de memória” identificados por iniciativa do IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus e do Ministério de Direitos Humanos e "lugares de memória" em identificação pelo MDHC - Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. Esta ação é complementada pela elaboração de textos de mediação pedagógica e de divulgação científica para o acesso às informações reunidas nos citados BD e Plataforma Online, destinados a estudantes, professores, pesquisadores e gestores públicos e para as próprias comunidades indígenas e quilombolas.
Situação: 
Projeto:Migração e territorialização pankararu Censo étnico-participativo dos pankararu de Mogi Mirim (SP)
Proponente:Jose Mauricio Paiva Andion Arruti
Descrição:Visão geral
Este projeto responde a uma demanda das famílias pankararu residentes no município de Mogi Mirim, por reconhecimento público, acesso à terra e demais políticas públicas diferenciadas a que têm direito. Ele tem por base o projeto de pesquisa de longo prazo do professor proponente, assim como é o desdobramento de uma atividade didática realizada no âmbito da disciplina Etnologia e história indígena e do indigenismo no Nordeste brasileiro (HZ166-A, 2023.2), de visita às famílias pankararu residentes em Mogi Mirim. Trata-se de um projeto de pesquisa articulado à extensão e à formação discente, que visa produzir um censo étnico-participativo das famílias atualmente residentes naquele município.
Objetivos
Realizar um censo das famílias Pankararu residentes em Mogi Mirim, com especial atenção às suas condições sócioeconômicas e de acesso às políticas públicas, distinguindo as características do grupo reunido no “Acampamento Chico Pitada”, às características e modalidades migratórias do grupo, que compõe o fluxo Nordeste-São Paulo, mas que necessita de estudos para a compreensão de sua dinâmica social.
Metodologia
Este projeto de extensão beneficia-se da experiência prévia de realização do censo étnico-participativo dos pankararu residentes na favela do Real Parque, bairro do Morumbi, município de São Paulo, que cobriu uma população indígena quase 4 vezes maior que a de Mogi Mirim: 185 famílias e 686 pessoas (pesquisa "Mobilidade dos Povos Indígenas em São Paulo". Estudos Temáticos do Projeto Temático FAPESP, 2014-2018: "Observatório das Migrações em São Paulo: Migrações Internas e Internacionais Contemporâneas", do NEPO - Núcleo de Estudos de População “Elza Berquó”). Com base nessa experiência, é possível descrever as seguintes etapas de trabalho:
Visitas preliminares do professor coordenador para mapeamento da situação em termos sócio-antropológicos, políticos e logísticos;
Apresentar às lideranças indígenas de Mogi Mirim a pesquisa prévia realizada no Real Parque, com especial atenção ao questionário a ser replicado, de forma a adaptá-lo às condições e interesses desta pesquisa e aos entendimentos da população indígena;
Firmar termo de consentimento livre e esclarecido das lideranças indígenas de Mogi Mirim e das lideranças do “Acampamento Chico Pitada” sobre os objetivos e metodologia da pesquisa, assim como o Plano de Gestão de Dados da pesquisa;
Realizar amplas reuniões com os pankararu de Mogi Mirim para o planejamento da aplicação do questionário: mapeamento do território e das famílias, identificação de dificuldades de acesso ou comunicação, formação de jovens voluntários indígenas interessados em participar da equipe de aplicação dos questionários, distribuição de tarefas e definição de cronograma;
Aplicação piloto dos questionários em 5 famílias, para avaliação e correção de eventuais problemas;
Aplicação dos questionários na totalidade de famílias;
Processamento dos dados;
Redação de relatório destinado à ampla divulgação.
Situação:Ativo
Projeto:Migração e territorialização pankararu - vídeo-documentário do núcleo pankararu de Mogi Mirim (SP)
Proponente:Jose Mauricio Paiva Andion Arruti
Descrição:Visão geral 
Este projeto responde a uma demanda das famílias pankararu residentes no município de Mogi Mirim, por reconhecimento público, acesso à terra e demais políticas públicas diferenciadas a que têm direito. Ele tem por base o projeto de pesquisa de longo prazo do professor proponente, assim como é o desdobramento de uma atividade didática realizada no âmbito da disciplina Etnologia e história indígena e do indigenismo no Nordeste brasileiro (HZ166-A, 2023.2), de visita às famílias pankararu residentes em Mogi Mirim. Trata-se de um projeto de pesquisa articulado à extensão e à formação discente, que visa produzir um censo étnico-participativo das famílias atualmente residentes naquele município. 
Objetivos 
Realizar um censo das famílias Pankararu residentes em Mogi Mirim, com especial atenção às suas condições sócioeconômicas e de acesso às políticas públicas, distinguindo as características do grupo reunido no “Acampamento Chico Pitada”, às características e modalidades migratórias do grupo, que compõe o fluxo Nordeste-São Paulo, mas que necessita de estudos para a compreensão de sua dinâmica social. 
Metodologia 
Este projeto de extensão beneficia-se da experiência prévia de realização do censo étnico-participativo dos pankararu residentes na favela do Real Parque, bairro do Morumbi, município de São Paulo, que cobriu uma população indígena quase 4 vezes maior que a de Mogi Mirim: 185 famílias e 686 pessoas (pesquisa "Mobilidade dos Povos Indígenas em São Paulo". Estudos Temáticos do Projeto Temático FAPESP, 2014-2018: "Observatório das Migrações em São Paulo: Migrações Internas e Internacionais Contemporâneas", do NEPO - Núcleo de Estudos de População “Elza Berquó”). Com base nessa experiência, é possível descrever as seguintes etapas de trabalho: 
Visitas preliminares do professor coordenador para mapeamento da situação em termos sócio-antropológicos, políticos e logísticos; 
Apresentar às lideranças indígenas de Mogi Mirim a pesquisa prévia realizada no Real Parque, com especial atenção ao questionário a ser replicado, de forma a adaptá-lo às condições e interesses desta pesquisa e aos entendimentos da população indígena; 
Firmar termo de consentimento livre e esclarecido das lideranças indígenas de Mogi Mirim e das lideranças do “Acampamento Chico Pitada” sobre os objetivos e metodologia da pesquisa, assim como o Plano de Gestão de Dados da pesquisa; 
Realizar amplas reuniões com os pankararu de Mogi Mirim para o planejamento da aplicação do questionário: mapeamento do território e das famílias, identificação de dificuldades de acesso ou comunicação, formação de jovens voluntários indígenas interessados em participar da equipe de aplicação dos questionários, distribuição de tarefas e definição de cronograma; 
Aplicação piloto dos questionários em 5 famílias, para avaliação e correção de eventuais problemas; 
Aplicação dos questionários na totalidade de famílias; 
Processamento dos dados; 
Redação de relatório destinado à ampla divulgação.
Situação:Ativo
Projeto:QUILOMBOS E ACESSO À JUSTIÇA: A ATUAÇÃO DA DEFENSORIA PÚBLICA
Proponente:Jose Mauricio Paiva Andion Arruti
Descrição:Esta projeto nasce do desejo de aliar pesquisa científica e extensão universitária no apoio à iniciativas da sociedade civil voltadas ao aperfeiçoamento do acesso à justiça. Neste sentido, o projeto consolida o diálogo entre quatro organizações: o Afro-CEBRAP, cujo objetivo é contribuir para o fortalecimento das pesquisas acadêmicas sobre desigualdades, relações raciais e interseccionalidade, e que, por meio da parceria com o LaPPA (laboratório do Centro de Estudos Rurais do IFCH/UNICAMP), tem voltado esforços especificamente para o tema das comunidades quilombolas; a ANADEP, cujo objetivo é apoiar e aperfeiçoar o trabalho dos seus mais de 6 mil associados, defensoras e defensores públicos ativos e inativos de 27 unidades da federação; e o Fórum Justiça, uma articulação nacional de agentes e pesquisadores do sistema de justiça, cujo objetivo é desenvolver avaliações, estratégias e propostas que avancem na construção de um modelo integrador de justiça, e que viabilizou o financiamento desta pesquisa. 
Objetivo Geral 
Oferecer um diagnóstico da atuação das Defensorias Públicas no acesso das comunidades quilombolas à justiça, identificando as “trajetórias” dessas comunidades no interior do sistema de justiça, as formas privilegiadas de ação das Defensorias Públicas, as concepções e as redes de atores em que se apoiam. 
Objetivos específicos 
1) Mapear e caracterizar as configurações regionais e locais da atuação das Defensorias Públicas junto às comunidades quilombolas em todo o país; 
2) Criar banco de dados com os documentos provenientes dos processos judiciais envolvendo comunidades quilombolas, para a criação de um sistema de monitoramento das ações em reconhecimento, defesa e efetivação dos seus direitos; 
3) Identificar casos de destaque para a elaboração de repertório de boas experiências e jurisprudência; 
4) Identificar as principais dificuldades e entraves para a atuação das DPs na defesa e promoção dos direitos quilombolas; 
5) Traçar perfil dos defensores e defensoras atuantes junto às comunidades quilombolas; 
6) Traçar o perfil da atuação institucional das Defensorias Públicas junto a tais comunidades e indivíduos, tendo em vista três campos de ação: judiciais, extrajudiciais e, dentre estas, as ações em educação para direitos; 
7) Analisar os percursos de acesso quilombola à justiça, entendidos como o conjunto de mediações (sociológicas, linguísticas, políticas, culturais) que antecedem, se desenvolvem em paralelo e decorrem das ações de judicialização das suas causas;
Situação:Ativo
Projeto:Haja: direito à cidade e à vida digna em Campinas
Proponente:Josianne Francia Cerasoli
Descrição:O projeto desenvolve ações em parceria com o Fundo Haja na cidade de Campinas (https://www.fundohaja.org/). O Fundo Haja é uma associação sem fins lucrativos que transforma imóveis vazios no centro da cidade em moradias acessíveis. Para isso, faz a prospecção dos imóveis, adquire, reforma e gerencia o aluguel de cada um deles para pessoas em situação socialmente vulnerável. Na seleção dos imóveis, o Haja dá especial atenção àqueles de interesse histórico e cultural no centro de Campinas, no intuito de contribuir para a valorização do patrimônio histórico e dos espaços e equipamentos disponíveis ao uso público na região central da cidade. Os imóveis são disponibilizados como locação solidária para pessoas de baixa renda. 
Na concretização desse projeto, é mobilizada uma série de conhecimentos teóricos e práticos diretamente relacionados à cidade, à história, aos processos de urbanização, às condições sociais e econômicas de potenciais moradores e moradoras. Tais conhecimentos convocam diretamente os campos do conhecimento da História, especialmente a História Urbana, da Arquitetura, do Urbanismo, da Sociologia, da Antropologia, da Demografia e de outros saberes relacionados ao desenvolvimento social e aos cuidados com a saúde, estabelecendo uma extensa pauta de interações possíveis com a universidade. 
A partir dessa percepção, este projeto se propõe inicialmente como uma abertura de possibilidades, tendo como primeiras ações iniciativas extensionistas voltadas para a sensibilização para questões patrimoniais e históricas da cidade, para o direito à cidade, para a formação cidadã e para a instrumentalização técnica (sobretudo ligada à história urbana e ao restauro). 
Em 2024 e 2025, participaram do projeto dois docentes do IFCH: Josianne Cerasoli e Marcos Tognon, e desde o início do Fundo Haja, em 2021, também atuou o professor Wagner Romão. Foram desenvolvidas ações junto ao Grupo de Trabalho de Gestão de Pessoas (que acompanha as pessoas moradoras dos imóveis em seus desafios de inserção no centro da cidade), junto ao curso Técnico de Restauro (em parceria com a FEAC, oferecendo capacitação técnica para adolescentes em situação de vulnerabilidade), junto ao curso de Educação Patrimonial (que desenvolve uma série de jornadas denominadas "Pelas ruas da cidade" para sensibilização sobre a história urbana), junto a outras atividades culturais do Haja. A potencial interface com a formação nos cursos de graduação do IFCH e de outras unidades permite diversificar e ampliar o escopo de ações envolvidas nessa parceria a cada ano, bem como oferecer vagas para inserção curricular nos diferentes cursos.
Situação:Ativo
Projeto:Conexão: Observatório do trabalho por plataformas digitais no Brasil
Proponente:Andreia Galvao
Descrição:O presente projeto vem se somar a outras iniciativas que buscam compreender o trabalho subordinado às plataformas digitais, fenômeno complexo e em expansão, não somente no Brasil, mas em diversos países, e que tem se espraiado para diferentes setores de atividade. O objetivo geral do projeto é o de, a partir da interlocução com trabalhadores e trabalhadoras cujas atividades são subordinadas às plataformas digitais, contribuir para a melhoria das condições de trabalho e para a promoção de direitos. Para isso, buscamos levantar e sistematizar dados, debater com trabalhadores e trabalhadoras, e informar a sociedade sobre as mudanças no mundo do trabalho, contribuindo com a Linha de Extensão em Direitos Individuais e Coletivos. Nossa iniciativa engloba a divulgação científica, a promoção de conteúdos informativos de qualidade com linguagem acessível, a formação educativa para o público em geral e a profissionalização dos estudantes atrelada ao compromisso social.
Situação: 
Projeto:Alfabetização em História e o uso de tecnologias digitais no ensino de História
Proponente:Ana Silvia Volpi Scott
Descrição:O minicurso será dividido em duas partes. Inicialmente, apresentaremos o conceito de Alfabetização em História, um método de ensino que viabiliza aos educandos a produção do conhecimento crítico por intermédio dos dados, informações e contextos e que lhes são cotidianos. Ele pode ser obtido a partir do contato do estudante com o método do conhecimento histórico e com as relações e os condicionantes que afetam sua elaboração. Em outras palavras, é a capacidade epistemológica e metodológica construída a partir da apropriação dos elementos do fazer histórico. O objetivo da alfabetização em História é possibilitar que o educando aprenda a coletar e interpretar dados e fontes, transformando-os em informações e conhecimento a partir de uma atitude crítica e reflexiva em relação ao mundo que o cerca e em relação ao próprio processo ao qual tais dados foram submetidos. 
No segundo momento, apresentaremos práticas pedagógicas em sala de aula que são capazes de inserir as fontes primárias, sua análise e crítica no centro do processo de ensino e aprendizagem. Nessa etapa, abordaremos como o uso de tecnologias digitais, tais como, podem contribuir para a construção do conhecimento escolar, segundo os princípios da Alfabetização em História. 
O minicurso é parte integrante das atividades desenvolvidas durante o IX Simpósio Nacional de História da População, cuja temática “Demografia Histórica e História das Populações na Era das Humanidades Digitais” procura dialogar com diferentes públicos que compartilham de reflexões sobre as novas tecnologias digitais, bem como seus usos e abordagens. 
A atividade será ministrada pelos Professores Andrei Felipe Campanini (Mestre em História Social pela UNICAMP, professor de Educação Básica na Prefeitura Municipal de Campinas) e Gabriel Vinicius Baroni (Mestre em História Social pela UFRJ, professor de Educação Básica na Prefeitura Municipal de Campinas). Contará também com o apoio de discentes da graduação e pós-graduação do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, na construção e organização da dinâmica do minicurso. Esta atividade integra um projeto em desenvolvimento pelos Professores Andrei e Gabriel, desdobramento do trabalho realizado desde 2020, pelo Grupo de Estudos do Componente Curricular de História, da Secretaria Municipal de Educação de Campinas. O Grupo compõe a política de formação continuada do município, destacando-se por ser coordenado por e voltado para os professores da rede, que são incentivados a participar por meio de remuneração e certificação. Isso permite, entre outros benefícios, que tais ações formativas ultrapassem os referenciais teóricos e adentrem a realidade e a concretude das salas de aulas. 
Contará também com o apoio de discentes da graduação (principalmente dos cursos de História e Ciências Sociais) e pós-graduação (principalmente da História e Demografia) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, na construção e organização da dinâmica do minicurso. 
Prezada Comissão de Extensão, 
Segue para sua apreciação a atividade de extensão intitulada “Alfabetização em História e o uso de tecnologias digitais no ensino de História”, um minicurso proposto no âmbito do IX Simpósio Nacional de História da População, que ocorrerá no IFCH/Unicamp, entre os dias 17, 18 e 19 de setembro de 2025. A atividade será ministrada pelos professores Andrei Campanini e Gabriel Baroni, da Educação Básica na Prefeitura Municipal de Campinas, e consiste em um desdobramento do trabalho realizado desde 2020, pelo Grupo de Estudos do Componente Curricular de História, da Secretaria Municipal de Educação de Campinas. O minicurso dialoga diretamente com a temática do Simpósio ao considerar o uso de tecnologias digitais e seus impactos, no recorte do ensino de História. Contará também com o apoio de discentes da graduação (principalmente dos cursos de História e Ciências Sociais) e pós-graduação (principalmente da História e Demografia) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, na construção e organização da dinâmica do minicurso. Será realizada ampla divulgação para atingir o público-alvo: Professores da educação básica (Fundamental e Médio) de História e demais Ciências Humanas; estudantes de licenciatura em História e demais Ciências Humanas.
Situação:Encerrado
Projeto:Aki Hekugu, A Fala Verdadeira: ações para o fortalecimento da língua Kalapalo (Alto Xingu, Território Indígena do Xingu, MT)
Proponente:Antonio Roberto Guerreiro Junior
Descrição:Esta proposta tem como objetivo atender a uma demanda da comunidade de professores do povo Kalapalo por ações voltadas ao fortalecimento de sua língua. Os Kalapalo são hoje uma população de cerca de 1000 pessoas vivendo em 13 aldeias no Território Indígena do Xingu (MT), a maioria distribuída ao longo do curso do Rio Culuene, o principal afluente do rio Xingu. Os Kalapalo são falantes de uma das quatro variedades da Língua Karib do Alto Xingu, ao lado dos Kuikuro, Matipu, Nahukua e Angaguhütü. Sua língua, assim como as demais variedades do karib alto-xinguano, foram registradas como patrimônio brasileiro no Inventário Nacional da Diversidade Linguística em 2016, com apoio de membros de nossa equipe que levantaram dados sociolinguísticos para subsidiar o processo. Hoje, toda a população Kalapalo fala sua língua materna fluentemente, mas a pressão exercida pela língua portuguesa se faz sentir cada vez mais na vida cotidiana, de tal forma que têm se tornado mais comuns os contextos nos quais o uso da língua portuguesa é preferido em relação ao uso da língua kalapalo. 
Assim como as demais línguas karib da região, o Kalapalo teve uma grafia padronizada em meados dos anos 1990, que foi utilizada na produção de seu primeiro (e único) material de alfabetização e na formação de uma primeira geração de professores indígenas. Contudo, atualmente os professores Kalapalo consideram que sua grafia não é completamente adequada, o que reflete uma série de fatores que se acumulam em sua história recente, tais como: desconsideração de diferenças linguísticas entre as variedades do karib xinguano no momento da elaboração da grafia; transformações fonéticas ocorridas nas últimas décadas; mudanças 
linguísticas associadas às relações da língua kalapalo com outras línguas indígenas vizinhas e a língua portuguesa; e a necessidade de uso da linguagem escrita em diferentes meios digitais. 
Nesse contexto, a língua Kalapalo enfrenta desafios significativos. No âmbito da educação escolar indígena, em particular, a ausência de uma grafia padronizada dificulta, quando não inviabiliza, a necessária alfabetização em língua materna preconizada pelo direito à educação diferenciada, intercultural e bilíngue. Ela também prejudica a elaboração de materiais didáticos e de apoio didático, os quais, por sua vez, têm seu alcance limitado pelos problemas subjacentes à alfabetização na língua materna. Por fim, para além do âmbito da educação escolar, o uso disseminado de tecnologias digitais demanda um uso escrito da linguagem que, na ausência de uma grafia padronizada, amplamente aceita e compreendida, impele cada vez mais ao uso da língua portuguesa, preterindo o uso escrito da língua kalapalo. 
Tendo isso em vista, este programa prevê uma série de ações que têm como objetivo contribuir para o fortalecimento da língua kalapalo, tomando como ponto de partida suas formas de interação com o espaço da educação escolar indígena, em particular por meio da escrita. Pretende-se que tais ações sejam desenvolvidas desde uma perspectiva interdisciplinar e colaborativa, com contribuições da Antropologia, da Linguística e da Pedagogia, e com a participação ativa da comunidade kalapalo em todas as etapas de planejamento, execução e avaliação das ações aqui previstas.
Situação:Ativo
Projeto:Olimpíada Nacional de Filosofia - Etapa Regional
Proponente:Taisa Helena Pascale Palhares
Descrição:A Olimpíada Nacional de Filosofia nasceu em 2024 alcançando todas as unidades da Federação e incorporando a Seletiva Nacional para a Olimpíada Internacional de Filosofia (IPO), a qual ocorre desde 2018. O presente projeto pretende dar sustentação no estado de São Paulo para a realização da II Olimpíada Nacional de Filosofia. A Onfil é um concurso de ensaios filosóficos em língua portuguesa composto por três fases: a Fase Escolar, a Fase Regional e a Final Nacional. A Fase Escolar é optativa para as escolas inscritas selecionarem seus estudantes; a Fase Regional é obrigatória para todos os estudantes inscritos e é classificatória para a Fase Final e para a Seletiva Nacional para a IPO; e a Fase Final, por sua vez, reunirá os 10 primeiros colocados de cada região na Fase Regional, respeitadas as cotas vigentes para estudantes de escolas públicas. A Fase Escolar ocorrerá nas escolas em uma seleção interna apoiada pela equipe nacional. A Fase Regional ocorrerá concomitantemente em todas as Unidades da Federação, e a Fase Nacional ocorrerá preferencialmente (a depender de financiamento) de modo presencial na cidade de Santa Maria/RS.
Situação: 
Projeto:MODERNIDADES MANUSCRITAS
Proponente:Rozely Menezes Vigas Oliveira
Descrição:O trabalho com documentos manuscritos pode trazer consigo diversas dificuldades, como o estado de conservação do documento; a incompreensão relacionada à grafia; questionamentos quanto à originalidade; ou, ainda a utilização de determinados símbolos pelos atores históricos em tais fontes. Para lidar com esses problemas, a Paleografia pode ser utilizada como uma técnica capaz de auxiliar os pesquisadores na prática da leitura e análise do corpus documental. A Paleografia, igualmente, pode proporcionar uma atividade mais dinâmica no ensino de história na educação básica, ao ser utilizada como instrumento de aproximação dos estudantes com o tema trabalhado em sala de aula. Considerando estes benefícios, este projeto se justifica pela necessidade sentida por historiadores em formação de uma preparação que os possibilite não somente uma leitura descomplicada dos manuscritos provenientes de diferentes períodos históricos, como também de criar atividades educacionais que dinamizem a aprendizagem dos estudantes do Ensino Fundamental e Médio. 
O projeto tem como objetivo geral desenvolver as bases para a prática da leitura paleográfica, transcrição de documentos manuscritos em língua portuguesa, do século XVI ao início do XX, proporcionando aos discentes um espaço de reflexão sobre a circulação de pessoas, ideias, mercadorias e a difusão de culturas neste longo e diversificado recorte, e de exercício da habilidade de ler, compreender e transcrever documentos – de acordo com as Normas Técnicas para Edição e Transcrição de Documentos Manuscritos –, e possibilitando o reconhecimento e a superação das dificuldades mais comuns. 
Pretende, igualmente, disponibilizar as principais regras paleográficas e as principais abreviaturas aos participantes; promover a utilização da Paleografia para leitura e transcrição de documentos manuscritos; criar possibilidades de aproximação entre o Ensino Superior e o Ensino Básico; utilizar documentos manuscritos como material de uso nas aulas de História, do 6° ano do Ensino Fundamental ao 3° ano do Ensino Médio, a partir da criação de atividades lúdicas, como jogos e desafios; disponibilizar, através de meios eletrônicos (site, redes sociais), materiais didáticos e lúdicos elaborados por graduandos, pós-graduandos e professores de História (com possibilidade de impressão) para que os demais docentes do Ensino Básico tenham acesso tanto aos documentos manuscritos que poderão utilizar em sala de aula quanto à sua transcrição e jogos educativos; fomentar a discussão entre alunos de graduação e de pós-graduação e professores da rede pública de ensino, dentro do campo de Ensino de História, sobre a utilização de documentos manuscritos em sala de aula na educação básica. 
O curso será organizado por módulos. O primeiro módulo ocorrerá de março a junho e o segundo, entre agosto e novembro, com encontros mensais 3 horas. Para além desses encontros, que serão conduzidos pelas professoras, os alunos terão mais 8 horas para desenvolvimento de atividades com os bolsistas e 10 horas para a realização da avaliação. Desta forma, cada módulo terá uma carga horária total de 30 (trinta) horas. 
No desenvolvimento dos encontros mensais, prevê-se o envolvimento de historiadores, professores da rede pública e estudantes da graduação no processo ensino-aprendizagem, através da seleção dos manuscritos a serem trabalhados (realizada pelos alunos), leitura e discussão de textos do campo da Paleografia, leitura e transcrições de manuscritos, diálogos e trocas de experiências com a prática paleográfica, discussão das problematizações, visando a criação das atividades educacionais e debates acadêmicos a respeito das temáticas dos manuscritos, com o apoio das coordenadoras do projeto. 
Ao considerar a leitura e a transcrição paleográfica como um desafio, propõe-se a criação de um ambiente virtual em que os encontros mensais e com os bolsistas, além das atividades educacionais, possam ser realizadas. Por esta razão, a plataforma digital Google Meet será utilizada para a realização dos encontros e o Google Classroom, para a organização e disponibilização do material utilizado pelo projeto, a fim de facilitar o acesso dos envolvidos e poder estender a participação de integrantes de diferentes Estados do Brasil. Os dados gerados pelo projeto serão hospedados e compartilhados publicamente no Repositório de Dados de Pesquisa e no Repositório da Produção Científica e Intelectual da Universidade Estadual de Campinas, por um período padrão de 10 anos, de acordo com as práticas e políticas institucionais relacionadas. 
Com base no modelo desenvolvido pela professora espanhola Leonor Zozaya-Montes, que organizou um site (https://paleografia.hypotheses.org/) com várias atividades de natureza lúdica envolvendo documentos manuscritos e a prática paleográfica, os integrantes do projeto irão elaborar jogos educativos direcionados a alunos do Ensino Básico, tendo em vista o grau de dificuldade do documento manuscrito utilizado e o público alvo (conforme as séries).
Situação:Encerrado
Projeto:Mapamentes das Juventudes - Levantamento e mapeamento de iniciativas focadas na saúde mental de adolescentes e jovens em Campinas
Proponente:Igor Cavallini Johansen
Descrição:O projeto consiste na realização de um levantamento e mapeamento de iniciativas não governamentais voltadas à saúde mental de adolescentes e jovens nos territórios de São Marcos, Campo Grande, Oziel, Ouro Verde e Centro de Campinas. 
A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Departamento de Demografia do IFHC-Unicamp, representado pelos professores Igor Cavallini Johansen e Tathiane Mayumi Anazawa, e a Organização da Sociedade Civil (OSC) Minha Campinas. O contato de referência na Minha Campinas é a psicanalista Elisa Cardeal Mueller. O projeto conta com financiamento da Fundação FEAC, de Campinas, sendo os recursos destinados à Minha Campinas. Os professores do Departamento de Demografia oferecem suporte especializado na elaboração do questionário online, na sistematização dos dados coletados e no mapeamento das iniciativas no território de Campinas.
Situação:Ativo
Projeto:Plano Municipal de Redução de Riscos do Município de Serra (ES) - PMRR Serra
Proponente:Ednelson Mariano Dota
Descrição:O presente projeto é parte do programa federal comandado pela Secretaria Nacional de Periferias - Ministério das Cidades (Fortalecimento das políticas públicas de prevenção de riscos de desastres -GEREB 019 FIO 23 SUB 4), e visa desenvolver e fornecer suporte técnico-científico para a elaboração dos Planos Municipais de Redução de Riscos em municípios prioritários. Para isso, um conjunto de atividades precisam ser desenvolvidas e implementadas em parceria com as periferias e a gestão da saúde, desde avaliação das políticas públicas, mapeamentos de risco, formação de rede de gestão de risco de desastres, até a criação de plataforma interativa dos territórios periféricos contendo tanto as vulnerabilidades e carências quanto os equipamentos e tecnologias sociais geradas nas periferias pelos agentes públicos e comunitários. Com isso em vista objetivam-se os seguintes resultados: i. Pesquisa de avaliação ex post das políticas públicas de redução de riscos de desastres;ii. Estudos sobre a efetividade das obras de redução de riscos de desastres apoiadas pelo Governo Federal;iii. Ativação de Rede de Nacional de redução de Riscos de Desastres;iv. Suporte sociotécnico às ações e iniciativas de redução de riscos de desastres realizadas por comunidades de periferias urbanas;v. Suporte técnico-científico à elaboração de Planos Municipais de Redução de Riscos de Desastres;vi. Pesquisa e desenvolvimento para a Revisão dos instrumentos de mapeamento de riscos de desastres;vii. Pesquisas para subsidiar a elaboração de documentos estruturantes de mapeamento de riscos de desastres;viii. Desenvolvimento tecnológico de uma plataforma interativa (geoportal) dos territórios periféricos brasileiros contendo tanto as vulnerabilidades e carências quanto os equipamentos e tecnologias sociais geradas nas periferias pelos agentes públicos e comunitários.
Situação: 
Projeto:Seminário “Habitação, mobilidades e desigualdades”
Proponente:Ednelson Mariano Dota
Descrição:Esta proposta visa a realização de um evento de extensão desenvolvido em dois dias. O primeiro dia será dedicado a realização de oficina com alunos do ensino médio e do ensino superior, com objetivo de estimular a reflexão a partir da expressão “O lugar onde eu moro...”, suscitando debates sobre as percepções que esses jovens possuem sobre a casa em que residem, com quem residem e os entornos do local de moradia. Reflexões sobre como momentos de crise provocados por eventos como a pandemia por Covid-19 e desastres ambientais, como inundações de grandes proporções, podem afetar as percepções sobre as formas e os lugares de moradia assim como o alcance necessário das ações governamentais e comunitárias para o enfrentamento dos problemas relacionados a essas questões. O segundo dia será dedicado à realização de um seminário que tem como objetivo debater resultados de pesquisa acumulados nos últimos anos através de projetos em fase de finalização como “Dinâmica demográfica e padrão migratório no Brasil” (CAPES/SNF), bem como de perspectivas, abordagens e caminhos traçados por projetos em andamento, como o “Mobilidade residencial, família e desigualdades no espaço intraurbano” (bolsa de produtividade - CNPq) e o Projeto Temático recém submetido para FAPESP.
Situação:Encerrado

O IFCH possui diversos projetos extensionistas ligados à sua comunidade, desde aqueles vinculados a projetos de pesquisa, até atividades comunitárias de iniciativa estudantil. Abaixo você pode conhecer detalhes e entrar em contato com cada um deles.

Itu cidade filipina no Brasil colonial

Responsáveis: MARCOS TOGNON

Membros: EMERSON RIBEIRO CASTILHO

Estudos históricos e planejamento do inventário patrimonial da cidade com o objetivo da candidatura à patrimônio nacional (IPHAN) e junto à Unesco.

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Itu cidade filipina no Brasil colonial

Responsáveis: MARCOS TOGNON

Membros: EMERSON RIBEIRO CASTILHO

Estudos históricos e planejamento do inventário patrimonial da cidade com o objetivo da candidatura à patrimônio nacional (IPHAN) e junto à Unesco.

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Mapeando a diversidade religiosa no centro do Rio de Janeiro

Responsáveis: RODRIGO FERREIRA TONIOL

Membros: MARCELLA CARVALHO DE ARAUJO SILVA

Este projeto de extensão fará uma cartografia interativa de circuitos religiosos do centro do Rio de Janeiro. A diversidade religiosa brasileira e, particularmente, carioca é um traço amplamente celebrado no debate público. A despeito disso, no Brasil, os casos envolvendo intolerância religiosa têm crescido nas últimas décadas. Como resultado desta ação esperamos constituir um amplo mapeamento da presença de práticas, instituições e grupos religiosos no centro da cidade do Rio de Janeiro.

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