Religião como Política
Brenda Maribel Carranza DavilaOrganizador
Religião como Política
O Laboratório de Antropologia da Religião (LAR) do IFCH Unicamp promove nos dias 3 e 4 de novembro o Seminário Religião como política, no Auditório Fausto Castilho. O evento reunirá pesquisadores e especialistas para debater as relações entre manifestações religiosas, processos eleitorais, atores institucionais e juventudes conservadoras no Brasil e no continente americano.
A programação do primeiro dia, 3 de novembro, será totalmente aberta à participação do público. As atividades começam às 9h com a primeira mesa-redonda, intitulada “Religião como política nas eleições das Américas”. Realizada em formato híbrido, a sessão terá coordenação de Brenda Carranza (Unicamp) e contará com a presença de expositores vinculados a universidades e instituições do Peru, El Salvador, Estados Unidos e Brasil, acompanhada de debates coordenados por André Kaysel (Unicamp).
No período da tarde, a partir das 14h, os debates passam a ser totalmente presenciais. A segunda mesa abordará o tema “Religião como política: eleições no Brasil”, sob coordenação de Marcelo Camurça (UFJF) e exposição principal de Ronaldo Almeida (LAR/Unicamp), seguida de intervenções de debatedores da Unicamp. Encerrando as discussões do dia, às 16h, a terceira mesa abordará “Juventudes conservadoras: eleições no Brasil”, sob coordenação de Carlos Steil (LAR/Unicamp) e exposição de Joanildo Burity (LabErp/Fundaj), reunindo também pesquisadores da Fundaj, UFPR e UFAL.
No dia 4 de novembro, o evento prossegue das 9h30 às 18h com um workshop de caráter restrito, voltado exclusivamente aos membros dos projetos temáticos vinculados à pesquisa. Nas mesas 4 e 5, os pesquisadores discutirão a produção de dados, o rastreamento de mediações e instituições, além dos desafios metodológicos enfrentados nos estudos sobre religião e política.
O seminário é organizado pelo LAR/IFCH/Unicamp em parceria com o Laboratório de Estudos de Religião e Política (LabErp), grupo acadêmico vinculado à Fundação Joaquim Nabuco e ao Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco (PPGS/UFPE). A iniciativa conta com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).
