O Juízo dos Órfãos e a organização da família por meio da tutela

  • José Carlos da Silva Cardozo Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS); Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Resumo

Muitas são as histórias que chegaram ao conhecimento da Justiça em que doenças, maus-tratos, incapacidade dos pais e, até mesmo, a morte dos progenitores provocavam a dissolução familiar. Para essas famílias, que possuíssem menores como seus integrantes, havia o Juízo dos Órfãos, instituição que zelava pelo direito e deveres para com essas crianças e que cuidava para que os menores que, porventura, passassem pela situação de desagregação familiar, recebessem um adulto legalmente constituído como responsável – um tutor. Contudo, a situação de tutelado estava longe de trazer plena segurança e tranquilidade para muitos menores que, constantemente, corriam o risco de entrarem em circulação por algum problema advindo a seu tutor.

Biografia do Autor

José Carlos da Silva Cardozo, Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS); Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Possui graduação em História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) e Mestrado em História Latino-Americana pela UNISINOS. Atualmente cursa graduação em Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutorado em História na UNISINOS. Editor da Revista Brasileira de História & Ciências Sociais e da Revista Latino-Americana de História. Bolsista Capes/MEC.
Publicado
2012-03-11
Como Citar
Cardozo, J. C. da S. (2012). O Juízo dos Órfãos e a organização da família por meio da tutela. História Social, 1(20), 201-220. Recuperado de https://www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/rhs/article/view/300