Política da existência

Josnei Di Carlo

Resumo


A exposição Farnese de Andrade – Arqueologia Existencial circula há anos pelas unidades da Caixa Cultural. Em Curitiba, entrou em cartaz em 19 de setembro de 2017. Dias antes, a exposição Queermuseu – Cartografias da Diferença na Arte Brasileira foi cancelada em função de ataques sofridos nas redes sociais e na unidade do Santander Cultural de Porto Alegre, onde estava em cartaz. A partir daí qualquer manifestação artística dialogaria com uma conjuntura política e social fundada no cerceamento à liberdade de expressão, caso a obra tratasse simbolicamente da família, da religiosidade e da sexualidade. É o caso da mostra Arqueologia Existencial, que reúne obras de Farnese de Andrade produzidas após sua guinada artística em 1964.


Palavras-chave


Farnese de Andrade; exposição; liberdade de expressão

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Referências


BENJAMIN, Walter. "Eduard Fuchs, colecionador e historiador". In: O anjo da história. Belo Horizonte: Autêntica, 2012.

COSTA, Marcus de Lontra. "As instâncias prisioneiras do ser". In: A. Eleotério; I. Ferreira (orgs.), Farnese de Andrade – arqueologia existencial. Curitiba: Caixa Cultural/ADUPLA, p. 7-11, 2017.

WOOLF, Virginia. "Músicos de rua". In: O valor do riso e outros ensaios. São Paulo: Cosac Naify, p. 25-33, 2014.


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