O pensamento chinês contemporâneo e a questão da modernidade. Contemporary Chinese thought and the question of modernity. Trad. Eduardo Vichi Antunes & Liu Si (刘凘)

  • Wang Hui

Resumo

O ano de 1989 foi um marco histórico; uma fase de quase um século de experimentação socialista chegou ao fim. Dois mundos tornaram-se um: um mundo capitalista globalizado. A China não se desintegrou como o fizeram a União Soviética e os países socialistas do Leste Europeu. No entanto, isso, de forma alguma, impediu que a sociedade chinesa entrasse rapidamente no campo econômico da produção e do comércio globalizados. A insistência do governo chinês em relação ao socialismo não impossibilita de modo algum que se chegue à seguinte conclusão: em todos os seus comportamentos, incluindo os econômicos, políticos e culturais – e mesmo governamentais – a sociedade chinesa conformou-se completamente aos ditames do capital e às atividades de mercado. Se tentarmos compreender as condições do pensamento e da cultura chinesa da última década do século XX, precisaremos entender as mudanças supramencionadas e as transformações sociais subsequentes.
Publicado
2019-03-13
Como Citar
Hui, W. (2019). O pensamento chinês contemporâneo e a questão da modernidade. Contemporary Chinese thought and the question of modernity. Trad. Eduardo Vichi Antunes & Liu Si (刘凘). Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211], 2(4). Recuperado de https://www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/modernoscontemporaneos/article/view/3496
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