Aquém da diferença entre ciência e arte: Uma tentativa com retomada na filosofia da escola de Kyoto ou: “Linguagem de imagens” – um prelúdio

  • Georg Stenger

Resumo

Esse texto gostaria de se compreender como uma espécie de “prelúdio” para a questão “ciência e arte na filosofia da escola de Kyoto”. Dois aspectos são condutivos: por um lado, os respectivos “pontos de vista de perspectivas” devem receber atenção por meio de obras de arte relevantes do Oriente e do Ocidente, e, por outro lado, isso deve trazer à luz uma dimensão profunda que precede as duas irmãs ciência e arte. A tese metodologicamente instruída é que o modo do “ver das imagens” e do “experienciar das imagens” é particularmente adequado para isso e, assim, a tese de conexão, que essas relações, decididamente interculturais, são um pano de fundo importante e ao mesmo tempo terreno fértil para a escola de Kyoto. Pode ser que a filosofia da escola de Kyoto seja considerada como um, talvez até mesmo como o exemplo primordial da questão da conexão constitutiva entre a ciência e a arte, se se ousa dar o passo no “mundo vasto” de eventos interculturais.
Publicado
2018-10-23
Como Citar
Stenger, G. (2018). Aquém da diferença entre ciência e arte: Uma tentativa com retomada na filosofia da escola de Kyoto ou: “Linguagem de imagens” – um prelúdio. Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-121], 2(3). Recuperado de https://www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/modernoscontemporaneos/article/view/3317