Le statut de la correspondance dans la première moitié du XVIIe siècle et la correspondance cartésienne

  • Giulia Belgioioso

Resumo

Desde o momento em que Claude Clerselier há apenas vinte anos da morte do filósoforealizou a primeira edição, o epistolário de Descartes está no centro dos interesses dos estudiosos.A sua importância reside no fato de que ele mostra o que se passa nos bastidores, na convicção deque só de tal modo seja possível compreender o que acontece no palco: o epistolário constitui, defato, o húmus que nutriu as teorias expostas por Descartes nos escritos que publicou. O epistoláriomostra qual centralidade no século XVII – na véspera do nascimento dos periódicos científicos –havia no intercâmbio entre cientistas e filósofos, mas também revela a natureza ambígua e o papelda inveja, das divergências e dos erros dos correspondentes. Este artigo põe o epistolário cartesianono interior dos grandes epistolários seiscentistas, bem como reconstrói, ao mesmo tempo, a históriadas suas edições até a última.
Publicado
2018-09-09
Como Citar
Belgioioso, G. (2018). Le statut de la correspondance dans la première moitié du XVIIe siècle et la correspondance cartésienne. Modernos & Contemporâneos - International Journal of Philosophy [issn 2595-1211], 1(2). Recuperado de https://www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/modernoscontemporaneos/article/view/3260