Acontece na Antropologia

Programação

Dias 20, 21 e 22 de Setembro
Local: IFCH/Unicamp

 

 
 20/0921/0922/09
Manhã Mesa 01 – Produção SimbólicaSessão 01***Mesa 02 – Micro e Macro PolíticasSessão 01Mesa 04 – Práticas de PoderSessão 01Mesa 04 – Práticas de PoderSessão 02
Tarde Mesa 03 – Teoria do Conhecimento, Ciência e Produção de SentidosSessão 01Mesa 01 – Produção SimbólicaSessão 02***Mesa 05 – Corporalidades Mesa 03 – Teoria do conhecimento, ciência e produção de sentidosSessão 02 ***Mesa 05 – Circulação 
Noite Conferência de abertura: “De efeitos, afetos e antropologia: notas a partir do mundo das ocupações de terra”Mesa 01 – Produção SimbólicaSessão 03Encerramento: mesa redonda “Ritual e Invenção”

 

Ao longo do evento Exposição Fotográfica das Jornadas de Antropologia John Monteiro 2016 

 

Confira a programação completa abaixo:

Dia 20
MANHÃ 09h-12h30

Mesa 01 – Produção Simbólica
Sessão 01 – Debatedora: Profª. Drª. Érica Peçanha (USP)

Adriano Godoy (PPGAS/Unicamp) – A sacralidade do espaço na Igreja Católica: primeiras considerações
Nathanael Araujo (PPGAS/Unicamp) – “Arte impressa” na cidade de São Paulo: notas preliminares para uma pesquisa etnográfica
Flaviana Benjamin (PPGAC/USP) – Poéticas de si: Autobiografia e hibridismo transbordante na cena contemporânea

Mesa 02 – Micro e Macro Políticas
Sessão 01 – Debatedora: Profª. Drª. Adriana Testa (DA/IFCH/Unicamp)

Mariana Machini (PPGAS/USP) – Nas fissuras do concreto: política e movimento nas hortas comunitárias da cidade de São Paulo
Ana Caroline Pereira (PPGAS/USP) – A favela Amazônica: significação da violência e demandas por reconhecimentos por direitos 
Rodrigo Brusco (PPGAS/USP) – Comparando parentescos: Sobre casamentos com Ìndios e não índios por coletivos tupi guarani e mbya
Eduardo Monteiro (PPGAS/USP) – A casa dos marimbondos: o relato de uma controvérsia entre os Krahô do Rio Vermelho

TARDE 14h-18h

Mesa 03 – Teoria do Conhecimento, Ciência e Produção de Sentidos
Sessão 01 – Debatedor: Profº. Drº. Stelio Marras (IEB/USP)

Anacely Costa (IMS/UERJ) – Notas sobre a produção imagética da intersexualidade na ciência, mídia e política
Claudia Gordillo e Ana Luisa Fayet Sallas (UFPR) - Naturalizar a guerra por imagens: entre repetição e semelhança
Larissa Tanganelli (PPGAS/Unicamp) – Natureza humana e natureza sexual: práticas discursivo-experimentais a partir da genética contemporânea e repertórios seculares metamorfoseados
Jonatan Sacramento (PPGAS/Unicamp) – Pensando gênero, pensando a ciência: feminismo, antropologia e os processos de produção do saber cientifico
Thiago Andreuzzi (IEL/Unicamp) – O Monstro e a Ciência: O horror da transgressão e da alteridade em Frankenstein

NOITE 19h

Conferência de abertura: “De efeitos, afetos e antropologia: notas a partir do mundo das ocupações de terra”
Convidada: Profª. Drª. Nashieli Rangel Loera (DA/IFCH/PPGAS/Unicamp)

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Dia 21
MANHÃ 09h-12h30

Mesa 04 – Práticas de Poder
Sessão 01 – Debatedor: Profº. Drº. Hugo Soares (DA/IFCH/Unicamp)

Hellen Fonseca (PPGAS/Unicamp) - Purificando o Corpo e o Espírito: Saúde e Cuidado entre os fiéis da Igreja Messiânica Mundial do Brasil
Lis Blanco (PPGAS/Unicamp) – Alguns apontamentos sobre a trajetória social do Programa Fome Zero

TARDE 14h-18h

Mesa 01 – Produção Simbólica
Sessão 02 – Debatedor: Profº. Drº. Gustavo Rossi (DA/IFCH/Unicamp)

Diogo Maciel (PPGAS/USP) – António de Alcântara Machado e o teatro em São Paulo: um ponto de vista sobre a cidade
Thais Mendes (PPGA/UFF) – Juventude e o hip hop: a arte e a produção cultural na Ilha do Governador (RJ)
Carolina Ferraresi (PPGAC/USP) – Um corpo fora de foco: Edgar Gurgel Aranha e a representação da homossexualidade e AIDS no Teatro Brasileiro

Mesa 05 – Corporalidades
Debatedor: PROFº. Drº. Rodrigo Toniol (DA/IFCH/Unicamp)

Luiza Hortelan (PPGAS/Unicamp)  – “Um tempo certo para todas as coisas”: Abstinência sexual e cuidado pastoral das emoções no movimento Eu Escolhi Esperar 
Eros Sester (PPGAS/Unicamp) – Por que o banheirão não mingua?
Rodrigo Caravita (PPGAS/Unicamp) – A morte como continuidade em um plano de imanência vital
Arthur Fontgaland (PPGAS/USP) – Para comer a lua e outros imprevistos: percepção e descrição lugar-temporal nos regimes de mobilidade de caminhoneiros/as
Igor Costa Pereira de Souza (PPGAS/USP) - A Gordura Corporal: afastamentos e presenças entre um grupo de mulheres na cidade de São Paulo

NOITE 19h

Mesa 01 – Produção Simbólica
Sessão 03 – Debatedora: Profª. Drª. Fabiana Bruno (PPGAS/Unicamp)

Isabel Herrera (PPGAS/Unicamp) – Dibujar para observar. Mi experiencia com El diário gráfico em el SOS Ação Mulher e Família
Claudio Leandro (PPGCS/Unicamp) - Políticas corporais na arte contemporânea brasileira: entrecruzando dança e performance à deficiência 
Luiza Serber (PPGAS/Unicamp) - Apontamentos acerca da Formação Audiovisual de Mulheres Ikpeng e Kawaiweté no Parque Indígena do Xingu

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Dia 22
MANHÃ 09h-12h30

Mesa 04 – Práticas de Poder
Sessão 02 – Debatedora: Profª. Drª. Isabela Oliveira (FESPSP)

Vladimir Bertapeli (PPGCS/Unesp) – A negação do outro: “índios aldeados” e o fim dos aldeamentos paulistas
Rafael Cesar (PPGAS/Unicamp) – O paradoxo da experiência: notas antropológicas sobre teatro e feminismo

TARDE 14h-18h

Teoria do conhecimento, ciência e produção de sentidos
Sessão 02 – Debatedora: Drª. Margareth Arilha (NEPO/Unicamp)

Flávia Paniz (PPGS/Unicamp) – As unidades femininas do exército curdo e os desafios dos feminismos não-hegemônicos
Jadir Sousa (DA/Unicamp) – Entre vieses e reveses: disputas em torno de direitos, sexualidade e HIV/Aids
Mariana Pulhez(PPGAS/Unicamp) – Aproximações entre violência obstétrica e as noções de afeto no ideário da humanização do parto no Brasil
Raiza Sanctis (PPGAS/Unicamp) – Fissuras: o consumo de crack e as relações familiares

Mesa 05 – Circulação
Debatedora: Profª. Drª.Carolina Branco (Pagu/Unicamp)

Maisa Fidalgo (PPGAS/Unicamp) – Prazeres (neo)pentecostais: negociando moralidades no mercado erótico evangélico.
Sara Antunes (PPGAS/Unicamp) – De caminhadas e corredores: Ambientes e artefatos na produção da vida em uma penitenciária feminina

NOITE 19h

Encerramento: mesa redonda “Ritual e Invenção”
Convidados: Profº. Dr. Antonio Guerreiro (DA/IFCH/PPGAS/Unicamp) e Profª. Drª. Artionka Capiberibe (DA/IFCH/PPGAS/Unicamp)

 

Exposição Fotográfica das Jornadas de Antropologia John Monteiro 2016

Flaviana Benjamin (PPGAS/Unicamp) – Oncológica
Gabriela Schmidt (DAN/UnB) – Isso NÃO é um convite
Igor Costa Pereira de Souza (PPGAS/USP) – O outro da periferia: trabalho e moradia periféricos
Isabel Herrera Montaño (PPGAS/Unicamp) – Desenhando para não chorar. Histórias de mulheres que pedem um SOS
Marcos Alvarenga (DAN/UnB) & Sara Godoy Brito (Media Studies/New School of Public Engagement): alimentação, estética e cuidado: um olhar antropológico para a Cozinha de Axé
Patrícia Regina Vannetti Veiga (PPGAS/Unicamp) – Das voltas que o mundo dá, de brincadeira em brincadeira, dos Pataxó aos Kaiowá

 

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Atividade organizada pela Prof. Susana Durão e os pesquisadores Gábor Basch e Adriana Villalón e desenvolvida junto ao Centro de Estudos de Migrações Internacionais, as oficinas de etnografia pretendem discutir e problematizar opções e formatos de trabalho de campo; abrangências e limites da observação participante; opções e formatos da escrita etnográfica; tudo na primeira pessoa.

Abaixo confira a programação para setembro que acontecerá às 16hs na Sala Multiuso:

 

Setembro
DIA 22
Daniel de Lucca Reis Costa
(FESPSP - Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo)
"Adeus konflitu benvindu desenvolvimentu". Cooperação internacional, educação sentimental e os desafios da pesquisa em Díli, Timor-Leste
(Sudeste Asiático)

Lançamento no dia 16 de setembro às 19hs, na  Livraria da Vila Lorena.
Debate com Bibia Gregori, Jean Willys, mediação Lilia Moritz Schwarcz 

Alameda Lorena, 1731. Tel: (11) 3062-1063.

O que é o erotismo? Como homens e mulheres consomem pornografia? Como o mercado se transformou com a chegada do “erotismo politicamente correto”? Essas são algumas das perguntas que a antropóloga Maria Filomena Gregori responde neste estudo pioneiro e corajoso. Prazeres perigosos mostra como produtos e práticas nascidos em contexto de luta pela ampliação de direitos sexuais nos Estados Unidos chegaram ao Brasil, criando um nicho “feminino” para a pornografia. Situado na fronteira entre a pesquisa etnográfica, os estudos de gênero, a teoria social e o ensaio reflexivo, Prazeres perigosos expõe as forças que atuam na relação de cada um com aquilo que existe de mais particular: o próprio corpo.

    Profa. Dra. Isadora Lins França (Depto. Antropologia/IFCH/Unicamp)   28 de Setembro   16 horas   Sala de Defesa de Tese (IFCH)       .

    O Departamento de Antropologia Social parabeniza Laura Rodrigues Santonieri, que foi orientada pelo Prof. Dr. Mauro William B. de Almeida e é a autora de uma das sete pesquisas da Unicamp que foram contempladas com o Prêmio Capes de Teses 2016, outorgado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para as melhores teses de doutorado defendidas em 2015.

    A tese de Laura, intitulada "Agrobiodiversidade e conservação ex-situ: reflexões sobre conceitos e práticas a partir do caso Embrapa/Brasil", foi defendida em 25/06/2015.

Área: Antropologia e Arqueologia
Autora: Laura Rodrigues Santonieri 
Orientador: Mauro William Barbosa De Almeida 
Tese: Agrobiodiversidade e conservação ex-situ: reflexões sobre conceitos e práticas a partir do caso Embrapa/Brasil
Programa: Antropologia Social 

** Para mais informações, acesse a notícia completa no site da Unicamp: http://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2016/10/11/unicamp-ganha-sete-pre...

O LA'GRIMA está organizando e divulgando a exposição da artista e associada do laboratório, Natalie Laufer Salazar, intitulada "Palavra-Paisagem".

A mostra ficará exposta na Galeria do Instituto de Artes da Unicamp (GAIA), entre os dias 13 de outubro e 11 de novembro.

Na próxima quarta-feira, dia 19/10, às 11 horas, ocorrerá na própria Galeria do Instituto de Artes uma conversa com a artista e os convidados Jorge Coli, Gui Mohallem e Yael Steiner, com mediação da professora Fabiana Bruno.

Para mais informações, acesse o site do LA'GRIMA: http://www.ifch.unicamp.br/lagrima/eventos
 

As teses intituladas "Sobre casos e casamentos: afetos e 'amores' de penitenciárias femininas de São Paulo e Barcelona", de autoria de Natália Corazza Padovani, sob orientação da Profa. Adriana Gracia Piscitelli e "O alto comissariado das nações unidas para os direitos humanos e seu escritório: criação e desenvolvimento institucional (1994-2014)", de autoria de Matheus de Carvalho Hernandez, sob orientação do Prof. Andrei Koerner receberam Menções Honrosas na útilma reunião da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs). As teses de doutorado desenvolvidas nos Programas de Pós-Graduação em Antropologia Social e em Ciência Política, respectivamente, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas IFCH/Unicamp foram defendidas em 2015.

Fundada em 1977, a Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs), entidade de direito privado sem fins lucrativos, reúne mais de uma centena de centros de pós-graduação e de pesquisa em antropologia, ciência política, relações internacionais, sociologia, de todo o Brasil. Diferentemente de outras associações científicas, a Anpocs é composta por sócios institucionais e não por pesquisadores individuais. Nossos afiliados contam com mais de 1200 professores universitários e pesquisadores, profissionais de alto nível, além de milhares de estudantes de mestrado e doutorado em centros localizados de norte a sul do país.

A tese intitulada "Agrobiodiversidade e conservação ex-situ: reflexões sobre conceitos e práticas a partir do caso Embrapa/Brasil", de autoria de  Laura Rodrigues Santonieri, sob orientação do Prof. Mauro William Barbosa De Almeida recebeu o  Prêmio Capes 2016 de Melhor Tese de Doutorado na Área de Antropologia e Arqueologia. A tese de doutorado desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas IFCH/Unicamp foi defendida em 2015.

A Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia (Anpof) foi fundada em 1983 durante uma reunião sobre pesquisa em Filosofia promovida pelo CNPq, em Brasília. Segundo o Art. 3º de seu Estatuto, seus objetivos eram "promover maior integração dos cursos de pós-graduação em Filosofia; defender os interesses das pós-graduações [desta área] junto aos órgãos competentes [e] estimular, em todos os níveis, a investigação filosófica no País".

O Departamento de Antropologia parabeniza o Prof. Dr. Antonio R. Guerreiro Júnior, pela indicação como um dos finalistas do Prêmio Jabuti, na categoria Ciências Humanas, com seu livro "Ancestrais e suas Sombras: Uma Etnografia da Chefia Kalapalo e Seu Ritual Mortuário".

A divulgação dos vencedores ocorrerá em 11 de novembro de 2016. 

A lista dos finalistas pode ser vista no link: http://premiojabuti.com.br/finalistas-2016/todas-categorias-4/ 

O Departamento de Antropologia parabeniza a Profa. Dra. Vanessa R. Lea pela homenagem recebida, juntamente com Profs. Lucy Seki (IEL/UNICAMP) e Aryon Dall’Inga Rodriques (in memoriam - UnB), durante o VIII ENCONTRO MACRO-JÊ, realizado na UEL, no período de 03 a 05 de novembro de 2016. 

O Departamento de Antropologia parabeniza o Prof. Dr. Antonio R. Guerreiro Júnior, pela premiação em terceiro lugar na categoria de Ciências Humanas do Prêmio Jabuti, com o livro "Ancestrais e suas Sombras: Uma Etnografia da Chefia Kalapalo e Seu Ritual Mortuário".

 

23 de Novembro de 2016
Horário: 16 hrs
Local: Sala de Teses II (IFCH)
Um filme sobre loucura, arte e liberdade, de Mário Saretta (2016).

Debate com Amnéris Maroni (terapeuta e Prof. de Antropolofia no IFCH/Unicamp) e Paulo Dalgalarrondo (Prof. de Psiquiatria da FCM/Unicamp).

Mediação de Daniela Feriani (doutoranda em Antropologia e pesquisadora do La'grima/Unicamp).

23 de novembro de 2016
Manhã (das 09h30 às 12h30)  
Tarde (das 14h30 às 18h30)
Local: Sala da Congregação - IFCH - Unicamp

Organização: Antonio Guerreiro (Unicamp), Aristóteles Barcelos Neto (University of East Anglia) e Marina Vanzolini (USP)

23 de novembro de 2016
14 horas
Sala de Tese II

Expositora: Priscila Cavalcanti de Albuquerque (Advogada e Mestre em Ciências pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo)

Organização: Guita Grin Debert e Mariana Marques Pulhez 

Promoção: Núcleo de Estudos de Gênero - PAGU
Apoio Técnico: Secretaria de Eventos - IFCH/Unicamp

O Departamento de Antropologia parabeniza a Dra. Laura Rodrigues Santonieri, que foi orientada pelo Prof. Mauro Almeida, do Departamento de Antropologia, pelo recebimento do Grande Prêmio Capes de Tese.

O Grande Prêmio é Capes, em parceria com a Fundação Conrado Wessel,  é outorgado para a melhor tese selecionada entre as vencedoras do Prêmio Capes de Tese, agrupadas em três grupos de grandes áreas. Em cada ano, um cientista ilustre, cuja pesquisa se tenha enquadrado no conjunto em que a premiação é concedida, é homenageado em cada uma das grandes áreas. Em 2016, nas Ciências Humanas, Linguística, Letras e Artes e Ciências Sociais Aplicadas e Multidisciplinar (Ensino), o homenageado foi o saudoso Prof. Octávio Ianni. 

A tese de Laura, intitulada "Agrobiodiversidade e conservação ex-situ: reflexões sobre conceitos e práticas a partir do caso Embrapa/Brasil", foi defendida em 25/06/2015.

Área: Antropologia e Arqueologia
Autora: Laura Rodrigues Santonieri 
Orientador: Mauro William Barbosa De Almeida 
Tese: Agrobiodiversidade e conservação ex-situ: reflexões sobre conceitos e práticas a partir do caso Embrapa/Brasil
Programa: Antropologia Social - IFCH - Unicamp

 

A Professora Heloísa Pontes do Departamento de Antropologia/IFCH recebeu o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico “Zeferino Vaz” em cerimônia realizada no dia 16 de dezembro de 2016, às 09 horas, no Centro de Convenções da Unicamp. 

A honraria é conferida as professoras e aos professores que se distinguem no exercício de suas atividades acadêmicas, bem como pela relevância dos serviços prestados à ciência e à instituição. Na solenidade, também foram entregues os Prêmios de Reconhecimento Docente pela Dedicação ao Ensino de Graduação, o Mérito Científico do XXIV Congresso de Iniciação Científica da Unicamp e a Inova Unicamp de Iniciação a Inovação.

Heloísa é Professora Titular do Departamento de Antropologia da Unicamp. Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (1980), mestre em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (1986), doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (1996), pós-doutorado pela Stanford University (2002), livre-docente pela Unicamp (2008).

Pesquisadora do Pagu, Núcleo de Estudos de Gênero da Unicamp, bolsista de produtividade em pesquisa do Cnpq . É membro do Comitê Acadêmico de Ciências Humanas da Fapesp (a partir de agosto de 2014). Foi membro do comitê acadêmico da Anpocs (biênio 2009-2010) e do comitê editorial dos Cadernos Pagu e da Revista Brasileira de Ciências Sociais. autora, entre outras publicações, de Destinos mistos: os críticos do Grupo Clima em São Paulo (Companhia das Letras, prêmio Cnpq-Anpocs de melhor obra científica em ciências sociais editada no ano de 1998; prêmio 'Alejandro Cabassa' na categoria sociologia, concedido pela União Brasileira de Escritores, em agosto de 2000] e Intérpretes da metrópole. História social e relações de gênero no teatro e no campo intelectual. [Edusp/Fapesp, prêmio Anpocs 'melhor obra científica' atribuído em 2011; finalista 53º Prêmio Jabuti - na categoria melhor livro em Ciências Humanas; menção honrosa na categoria "Literatura brasilena" (não ficção) da "Edición 53 del Premio Literario Casa de Las Americas 2012"]. Em 2016, este livro foi publicado na Argentina, pela Universidad Nacional de Quilmes, com o título Intérpretes de la metrópoli. Historia social y relaciones de género en el teatro y en el campo intelectual en San Pablo, 1940-1968.

Suas pesquisas estão voltadas para a antropologia urbana, a sociologia e a etnografia da vida intelectual, a história social do teatro brasileiro, e as relações entre gênero e corporalidade. Já supervisionou 1 pós-doutorado e orientou 8 doutorados (dois deles premiados pela Capes, um pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular), 15 mestrados (um deles premiado pela Anpocs), 6 monografias de graduação (uma delas premiada pelo IFCH da Unicamp), 14 projetos de iniciação científica (dois deles premiados pela Pró-Reitoria de Pesquisa da Unicamp) . É pesquisadora IC do Cnpq. 

Para conhecer um pouco mais sobre sua produção intelectual acesse 

É com profunda tristeza que informamos o falecimento de nossa querida Mariza Corrêa, professora do Departamento de Antropologia da Unicamp. Professora de muitos de nós, colega de todos, Mariza continuou como referência intelectual mesmo após sua aposentadoria.

Como poucos soube conduzir com qualidade as atividades institucionais e científicas. Mariza foi a primeira mulher a dirigir o Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp no final dos anos 1980 e foi presidente da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) de 1996 a 1998. Ser uma das fundadoras do Núcleo de Estudos de Gênero (Pagu), bem como dos Cadernos Pagu, mostra sua capacidade de liderança e sintonia com temas contemporâneos.

Sentimos muito esta perda, mas também orgulho e respeito por ter tido Mariza Correa como um dos nossos quadros mais brilhantes.

Com pesar,
Departamento de Antropologia
IFCH/Unicamp
27/12/2016

A cerimonia ocorrerá no dia 28/12, às 11:00 horas, no Crematório Municipal
Avenida Sylvia da Silva Braga
Amarais, Campinas - https://goo.gl/maps/hWF79NxDYgN2

É com enorme pesar e grande consternação que a Diretoria da Associação Brasileira de Antropologia vem comunicar a seus associados e à comunidade antropológica no Brasil que faleceu hoje a Professora MARIZA CORRÊA, Presidente da ABA no período de 1996 a 1998.
Mariza Corrêa, nascida em Porto Alegre, Rio Grande doo Sul, em 1 de dezembro de 1945, formou-se como professora na Escola Normal, tendo exercida a profissão ao mesmo tempo em que, movida pelo desejo de se tornar escritora, iniciou o curso de graduação em Jornalismo, que concluiria em Belo Horizonte. Durante a graduação, estagiou no periódico gaúcho Zero Hora (no qual foi a única mulher na reportagem geral), tendo integrado, já formada, a primeira equipe da revista Veja. Estabelecendo-se anos depois em Campinas lá, por sugestão de Peter Fry, tomou contato com a antropologia, tendo defendido um estudo pioneiro na área de gênero, orientado por Verena Stolcke (1973-1975), que resultaria nos livros Os Crimes da Paixão (São Paulo: Brasiliense, 1981), e Morte em família: representações jurídicas de papéis sexuais (Rio de Janeiro: Edições Graal, 1983). Em março de 1976, passaria a integrar o Corpo Docente do Departamento de Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas onde desenvolveu extensa carreira, completa em todos os sentidos (da pesquisa à extensão, da docência à administração universitária). De 1978 a 1982 cursou na USP o Doutorado em Ciência Política sob a orientação da Professora Ruth Corrêa Leite Cardoso, etapa durante à qual lançou-se como pioneira numa das áreas que distinguiria sua trajetória: os estudos sobre história da antropologia feita no Brasil e sobre o Brasil. A tese que então defendeu intitulada As ilusões da liberdade - a Escola Nina Rodrigues e a antropologia no Brasil (que ensejou livro homônimo publicado, publicado em Bragança Paulista, pela Editora da Universidade São Francisco, em 2000) abordava ainda as questões raciais. A partir dessas linhas mestras muitos foram os livros e artigos publicados, assim como os orientandos desde a iniciação científica até o doutorado. Na Unicamp, foi ainda uma das idealizadoras e criadoras do seu Núcleo de Estudos de Gênero – o Pagu.
Na ABA, a Professora Mariza Corrêa integrara antes de a presidir as diretorias encabeçadas pelos Professores Roberto Cardoso de Oliveira (1984-1986) como Tesoureira, e João Pacheco de Oliveira Filho (1994-1996), como Diretora Regional. Na gestão do Professor Antonio Augusto Arantes Neto, presidiu a Comissão Organizadora da XVI Reunião Brasileira de Antropologia. Integrou o Conselho Científico da ABA de 1984 a 1988 e, desde 2000, na qualidade de ex-presidente, passou a integrá-lo vitaliciamente. Foi também através de seu trabalho sobre a história da nossa disciplina e de nossa Associação que a documentação da ABA foi acolhida no Arquivo Edgard Leuenroth, o que lhe permitiria escrever e publicar, na ocasião do evento comemorativo dos 50 anos da realização da I Reunião Brasileira de Antropologia, em 2003, o livro As reuniões brasileiras de antropologia: cinquenta anos, 1953-2003 (Campinas: Editora da Unicamp/Brasília: ABA).
Seu legado é extenso, vive, e viverá, não apenas nos trabalhos de nossa Associação mas também nos das gerações de pesquisadores formadas por ela e por seus trabalhos.

As Ciências Sociais brasileiras perderam na madrugado do dia 27 de dezembro a antropóloga Mariza Corrêa. Mariza foi professora do Departamento de Antropologia da Unicamp durante 30 anos e foi a primeira mulher a dirigir o Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da mesma Universidade. Também presidiu a Associação Brasileira de Antropologia (ABA) entre os anos de 1996 e 1998 e deixa um importante legado à Antropologia que se faz no Brasil. Atuou principalmente na área de estudos de gênero e corporalidade e da história da Antropologia, foi fundadora e pesquisadora do PAGU/ Núcleo de Estudos de Gênero, referência no Brasil e no exterior. De sua obra, destacam-se: Antropólogas e Antropologia, Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2003; As Ilusões da Liberdade: A Escola Nina Rodrigues e a Antropologia no Brasil, Bragança Paulista: Editora da Universidade São Francisco, 2000; O Espartilho de Minha Avó: Linhagens Femininas na Antropologia - "Horizontes Antropológicos", Porto Alegre, 1997; Os Crimes da Paixão, São Paulo: Brasiliense, 1981; Morte em família: representações jurídicas de papéis sexuais, Rio de Janeiro: Edições Graal, 1983. A professora Mariza Corrêa deixa um legado extenso e importante que continuará a inspirar muitas gerações de cientistas sociais.

O Departamento de Antropologia, o PPGAS e o PPGCS parabenizam o Prof. ANTONIO AUGUSTO ARANTES NETO pelo recebimento da Medalha Mário de Andrade, por serviços prestados em defesa do patrimônio cultural brasileiro.

A entrega do prêmio aconteceu na noite de 24 de outubro de 2017, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, na cerimônia de comemoração dos 80 anos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A Medalha Mário de Andrade foi criada para homenagear a determinação e a dedicação de muitas pessoas, técnicos e servidores, sociedade civil e instituições públicas que estiveram junto com o Iphan nessa trajetória de 80 anos, sendo a a materialização desta gratidão com estes companheiros de caminhada. 

Parabéns Prof. Antonio Arantes!

 

O Departamento de Antropologia , o PPGAS e o PPGCS parabenizam a Profa. MARIA FILOMENA GREGORI (BIBIA) pelo recebimento de Menção Honrosa no Concurso Brasileiro ANPOCS de Obras Científicas, edição 2017, pelo seu belíssimo e importante livro "Prazeres Perigosos. Erotismo, Gênero e Limites da Sexualidade".

A ANPOCS, tradicionalmente, premia com menção honrosa o melhor livro produzido nas ciências sociais no ano anterior ao evento, inscrito no concurso. 

Parabéns, Bibia, pelo merecido reconhecimento do seu trabalho!

 

 

O Departamento de Antropologia, o PPGAS e o PPGCS parabenizam a Profa. BELA FELDMAN BIANCO pelo recebimento do Prêmio ANPOCS de Excelência Acadêmica - Gilberto Velho, conferido a ela no último dia 23/10, durante o 41º Encontro Anual da ANPOCS.

Criada em 2013, a premiação é destinada a reconhecer colegas por suas contribuições acadêmicas, o impacto de sua destacada produção intelectual, e por seu trabalho institucional em prol das ciências sociais.

Os nomes dos prêmios de Excelência Acadêmica levam em consideração dois aspectos: a notável produção intelectual e a contribuição que fizeram ao desenvolvimento institucional da Anpocs.

Parabéns Profa. Bela Feldman!